Cade aprova compra da GVT com restrições

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou dois atos de concentração envolvendo a Telefônica Brasil e a GVT Participações. Segundo o publicado no Diário Oficial da União, a condição é que sejam assinados Acordos em Controle de Concentrações (ACC) para a aprovação dos negócios. A Telefônica Brasil deve transferir para a Vivendi, antiga dona

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou dois atos de concentração envolvendo a Telefônica Brasil e a GVT Participações. Segundo o publicado no Diário Oficial da União, a condição é que sejam assinados Acordos em Controle de Concentrações (ACC) para a aprovação dos negócios.

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A Telefônica Brasil deve transferir para a Vivendi, antiga dona da GVT, sua participação na Telco, que detém participação na Telecom Itália, e que por sua vez controla a TIM no Brasil. Dessa forma, a Telefônica Brasil se enquadraria nas leis brasileiras antitruste, viabilizando inclusive possíveis aquisições futuras.

Com a aquisição, a operadora deverá manter a atual cobertura geográfica de atendimento das companhias combinadas, por prazo indefinido. A Telefônica Brasil também deverá continuar com as ofertas de planos de serviços já existentes no mercado por, no mínimo, 18 meses.

A incorporação da GVT à Vivo (marca da Telefônica Brasil no mercado brasileiro) a fará a maior empresa de telecomunicações do país.

Anunciada em setembro, a aquisição da da GVT pela Telefônica é avaliada em 7,2 bilhões de euros.


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