Startup desenvolve projetos ligados à tecnologia para o capital de risco

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Surgida no começo de 2014 com o objetivo de investir e desenvolver ideias inovadoras com conceito tecnológico, a brasileira ThinKkers tem a proposta de ser uma espécie de incubadora ao contrário. Prestes a lançar os primeiros projetos, a empresa busca consolidar produtos fortes com investimento privado para só então abrir o negócio ao capital de

Surgida no começo de 2014 com o objetivo de investir e desenvolver ideias inovadoras com conceito tecnológico, a brasileira ThinKkers tem a proposta de ser uma espécie de incubadora ao contrário. Prestes a lançar os primeiros projetos, a empresa busca consolidar produtos fortes com investimento privado para só então abrir o negócio ao capital de risco.

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A ThinKkers foi criada por Olegas Orlovas e João Mendes, ambos ligados ao universo da tecnologia e inovação. Os dois se conheceram na incorporadora Umidex, concebida por Olegas para atender europeus interessados em imóveis brasileiros. Lituano, o empreendedor aterrissou por aqui cinco anos atrás em busca de novas oportunidades de negócios. “O Brasil é um mercado criativo de grande potencial. Vemos no país a chance de criar produtos e serviços relevantes à sociedade”, afirma o CEO da empresa.

A princípio, a dupla pensou em atuar como investidores-anjos em startups. Porém, como “pensadores” que são – daí o nome da empresa -, decidiram desenvolver seus próprios projetos. Olegas e Mendes investiram, então, na formação de uma equipe e em infraestrutura. Um ano depois, os resultados começam a surgir: a expectativa da ThinKkers é lançar cinco negócios em 2015, com um aporte total de R$ 12 milhões.

São projetos de diversos segmentos, cada um operando como uma empresa distinta do grupo ThinKkers. Entre eles, estão a Troca&Troca, uma rede social de trocas online; e a ThinPlay, loja de jogos nacionais que promovenetworking entre os principais players e desenvolvedores da área. “Investimos em nossas ideias até elas estarem prontas para o mercado”, conta João Mendes, COO da companhia. Este é o momento em que a empresa abre o negócio para o capital de risco.

“Com a entrada do venture capital, abre-se a possibilidade de expansão e, dependendo do caso, internacionalização”, explica Olegas, com sotaque carregado. O próximo passo da empresa é desenvolver um sistema educacional gratuito para todo o Brasil, para escolas públicas e particulares, até 2016. A ThinKkers estima que cada iniciativa pode receber aportes de R$ 5 milhões a R$ 60 milhões.


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