Amazon ataca na jugular com armazenamento ilimitado barato

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Mal o Google anunciou seu novo serviço de estocagem de dados, a Amazon não perdeu tempo: lançou, do nada, um novo plano ilimitado de armazenamento cloud por um preço, pelo menos até o momento, imbatível – US$ 60 por ano. Mesmo para os brasileiros, que amargam o dólar nas alturas, é uma alternativa muito mais

Mal o Google anunciou seu novo serviço de estocagem de dados, a Amazon não perdeu tempo: lançou, do nada, um novo plano ilimitado de armazenamento cloud por um preço, pelo menos até o momento, imbatível – US$ 60 por ano.

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Mesmo para os brasileiros, que amargam o dólar nas alturas, é uma alternativa muito mais barata que a concorrência. Google e Dropbox cobram o dobro pelo serviço de armazenamento.

Claro, com o Google há a vantagem de se criar e editar conteúdo diretamente na plataforma do Drive (como documentos de texto e planilhas), enquanto no ambiente da Amazon só se pode armazenar os arquivos. Apenas músicas podem ser ouvidas diretamente via apps para dispositivos móveis.

Ainda assim, é uma oferta tentadora, levando-se em conta que custa o equivalente a US$ 5 mensais.

Vale levar em consideração que o OneDrive, da Microsoft, que custa para usuários domésticos a partir de R$ 17 (um PC) também oferece 1 TB, com promessa de espaço ilimitado no decorrer do ano para todos os clientes. Claro, com a vantagem que ele traz consigo o uso dos principais programas do Office.

Mas quando falamos de armazenamento bruto, que excede 1 TB, a oferta da Amazon quebra a concorrência no meio. É um movimento ousado, especialmente porque a Amazon não tem a penetração de mercado que os concorrentes têm.

Para atiçar ainda mais a competição, a empresa fundada por Jeff Bezoz ainda oferece 3 meses grátis de degustação, o suficiente para mandar todo o backup para a nuvem da Amazon, se acostumar com o serviço e ponderar seriamente em sair.

O serviço é oferecido, inclusive em português, na página brasileira da Amazon, mas é cobrado em dólar. Quem tem uma conta da Amazon não precisa se cadastrar, pois o serviço já está atrelado a ela.

Essa guerra de preços não só é saudável como é um passo importante rumo à transformação da mentalidade do usuário comum em relação à nuvem. Com um serviço mais barato, mais pessoas experimentarão, inclusive decisores, e aí que o jogo fica interessante, pois mais empresas adotarão o modelo cloud, potencializando o mercado.


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