Apple Watch é uma extensão do smartphone no pulso

Mobilidade

A Apple apresentou finalmente seu tão aguardado Apple Watch. Com funcionalidades que vão desde chamadas telefônicas e medidores de ritmo cardíaco até acesso ao e-mail e notificações de redes sociais, o smartwatch da Apple funciona quase como um iPhone que se coloca no pulso. Mas os preços poderão ficar fora do alcance de muitas carteiras.

A Apple apresentou finalmente seu tão aguardado Apple Watch. Com funcionalidades que vão desde chamadas telefônicas e medidores de ritmo cardíaco até acesso ao e-mail e notificações de redes sociais, o smartwatch da Apple funciona quase como um iPhone que se coloca no pulso. Mas os preços poderão ficar fora do alcance de muitas carteiras.

apple watch

Numa aguardada conferência de imprensa, a Apple fez várias revelações, mas o mais esperado foi o Apple Watch, o smartwatch da criadora do iPhone.

Nas palavras de Tim Cook, o Apple Watch é uma “revolucionária nova forma de nos conectarmos com os outros”. Em poucas palavras, o Apple Watch é um iPhone que podemos colocar em torno do pulso e que visa promover e maximizar a mobilidade de seus usuários.

Os usuários podem personalizar seus mostradores, adaptando-os a suas preferências pessoais. Desde o visual do clássico relógio analógico, ao digital e a mostradores mais dinâmicos, através dos quais podemos visualizar notificações de redes sociais, meteorológicas ou de correio eletrônico.

O Apple Watch permite também atender chamadas telefônicas. Este é um aspecto um tanto ou quanto complicado. Ao atender uma ligação no Apple Watch, quem estiver em volta do usuário conseguirá ouvir a conversa, visto que a chamada só se consegue realizar através de viva-voz. Ora, considerando que o smartwatch foi feito para maximizar a mobilidade de quem o usa, atender chamadas em público poderá tornar-se algo embaraçoso e desconfortável.

Mas este relógio pode ainda funcionar como uma pulseira inteligente que nos permite medir o ritmo cardíaco, monitorar as calorias e até contar os quilômetros percorridos. Cook chegou a afirmar que “é como ter um treinador no nosso pulso”.

Com o Apple Watch podemos efetuar pagamentos através do Apple Pay e da tecnologia NFC que o suporta; podemos ver fotografias (tirá-las não); e podemos até interagir com a Siri para saber qual o restaurante mais próximo, agendar compromissos ou saber se no dia seguinte não nos podemos esquecer do guarda-chuva quando sairmos para o trabalho. O Apple Watch é, em muitos aspectos, uma segunda tela do iPhone.

O Apple Watch Sport de 38 mm custará, nos EUA, US$ 448. Já a versão de 42 mm deverá custar perto dos US$ 559.

O modelo standard, de 38 mm, será vendido sob um preço que poderá variar entre US$ 719 e US$ 1.230, dependendo da pulseira escolhida e do revestimento do mostrador. O modelo de 42 mm será sempre US$ 79 mais caro.

Por fim, o Apple Watch Edition, o modelo de luxo do smartwatch, poderá chegar até aos US$ 11 mil, tendo em conta que é de ouro de 18 quilates.

A autonomia de bateria, um dos maiores problemas dos relógios inteligentes, parece ter sido sanado. Segundo Tim Cook, o relógio da Apple foi projetado para funcionar o dia inteiro (18 horas) em uso misto. Ele vem com um adaptador magnético que serve como sistema de recarga.

O Apple Watch não será vendido em todos os países inicialmente, mas Cook prometeu que em breve o relógio chegará a muitos outros mercados.


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