Facebook promove Messenger a plataforma de comunicação

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Mark Zuckerberg finalmente revelou o motivo do Messenger ter coexistido com o WhatsApp depois da compra bilionária que o Facebook fez do aplicativo de mensagens instantâneas. Por um tempo, o Messenger pareceu supérfluo, mas existia um plano por trás do app de comunicação, e ele veio à tona durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida

Mark Zuckerberg finalmente revelou o motivo do Messenger ter coexistido com o WhatsApp depois da compra bilionária que o Facebook fez do aplicativo de mensagens instantâneas. Por um tempo, o Messenger pareceu supérfluo, mas existia um plano por trás do app de comunicação, e ele veio à tona durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida pela rede social.

facebook f8 messenger

O app agora faz parte da Messenger Platform, que interconectará as mensagens instantâneas a uma série de aplicativos escritos para funcionar dentro do próprio Messenger. Em uma comparação simples, é mais ou menos como o que acontece com os apps para Firefox e Chrome.

A ideia é turbinar o Messenger com recursos adicionais, como edição de fotos, vídeos, aprimoramento de imagem, criação de GIFs ou o que mais os desenvolvedores inventarem. Assim, acredita o Facebook, o usuário terá mais comodidade e não sairá de seu ecossistema.

Outros aplicativos, tanto de iOS quanto Android, poderão ter integração nativa à Messenger Plataform. Haverá ainda uma área no Messenger para promover apps que tenham essa integração, com redirecionamento direto para a loja de apps de cada sistema.

Uma novidade interessante para as empresas é o Messenger Business, que quer ser um canal de relacionamento entre colegas de trabalho e, especialmente, com clientes. A ideia é abolir o uso do e-mail e interagir diretamente com o consumidor, tendo um canal direto para mandar recibos, informações e conseguir feedback instantâneo sobre ações e promoções.

O objetivo, naturalmente, é monetizar em cima do Messenger e criar uma nova fonte de receita, fidelizando ainda mais usuários. Claro, no processo o WhatsApp pode acabar canibalizado, em um primeiro momento, mas as vias de comunicação, especialmente para as empresas, ficarão muito mais definidas.


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