Morgan Stanley: Tesla continua a crescer e não fica por aqui

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Um analista da consultoria Morgan Stanley diz que a Tesla é das poucas empresas que conseguem realmente multiplicar por dez o preço de suas ações. Adam Jones diz que a grande aposta em software faz com que a Tesla consiga se distinguir das restantes fabricantes de automóveis e adquira uma vantagem competitiva clara sobre as

Um analista da consultoria Morgan Stanley diz que a Tesla é das poucas empresas que conseguem realmente multiplicar por dez o preço de suas ações. Adam Jones diz que a grande aposta em software faz com que a Tesla consiga se distinguir das restantes fabricantes de automóveis e adquira uma vantagem competitiva clara sobre as rivais.

 

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Líder da divisão de investigação na área automóvel da Morgan Stanley, Jones caracteriza a Tesla Motors como uma empresa muito ambiciosa e que os investidores que estiverem dispostos a enfrentar as turbulências por que poderá a empresa passar, recolherão os frutos que lhes são devidos.

Conta o Business Insider que a Tesla quer aumentar a sua produção de baterias de lítio em 300% até 2020.

Diz Jones que daqui a cerca de 14 anos a unidade de produção de baterias da Tesla conseguirá atingir uma capacidade de armazenamento de energia que está em pé de igualdade com o consumo diário de eletricidade registado hoje no México.

Olhando para lá das baterias, os investimentos da Tesla em software têm sido inegáveis e notórios. Citada pelo website noticioso, a Morgan Stanley afirma que, ao explorar a floresta digital, a fabricante de carros elétricos conseguirá fortalecer suas capacidades competitivas, o que, naturalmente, lhe permitirá se destacar de suas rivais.

“Cerca de 60% dos funcionários da Tesla”, diz Adam Jones, “estão envolvidos em engenharia de software, face aos cerca de dois por cento de uma tradicional empresa automobilística”. O analista acredita ainda que nos próximos dez anos o valor que o software acrescenta aos automóveis subirá de 5% para 60%.

Jones diz que quando Elon Musk, CEO da Tesla, quer “pescar” novos programadores, não olha para fabricantes automobilísticas como a Hyundai ou a BMW, mas sim para a Apple, Google, Facebook e empresas congéneres.


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