856 mil novas linhas móveis são ativadas em fevereiro

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O Brasil encerrou o mês fevereiro com 282,56 milhões de linhas ativas de telefonia móvel, 856 mil a mais que em janeiro, segundo informações divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 12 meses, aproximadamente 9,9 milhões de linhas foram ativadas, o que totalizou um crescimento de 3,61% em relação à 2013. Em fevereiro, os

O Brasil encerrou o mês fevereiro com 282,56 milhões de linhas ativas de telefonia móvel, 856 mil a mais que em janeiro, segundo informações divulgadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 12 meses, aproximadamente 9,9 milhões de linhas foram ativadas, o que totalizou um crescimento de 3,61% em relação à 2013.

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Em fevereiro, os acessos pré-pagos formavam uma comunidade de 213,79 milhões linhas(75,66% do total) e os pós-pagos somavam as 68,77 milhões de linhas (24,34% restantes). A Vivo manteve a liderança no segmento móvel com uma fatia correspondente a 28,75% do mercado, alta de 0,1% em relação à janeiro. A companhia foi seguida na vice-liderança pela TIM Participações, com 26,84% do mercado, uma queda de 0,06% e em seguida ficou a Claro, da gigante mexicana América Móvil, com 25,40%, uma alta de 0,06% em relação à janeiro. Na lanterna das quatro maiores teles do País está a Oi, que concentra 17,84% dos clientes, uma queda de 0,14% em relação ao primeiro mês do ano.

Apesar de ser a última em participação de mercado no segmento de linhas móveis, os investidores da brasileira Oi tiveram uma boa notícia nesta semana. A órgão da União Européia aprovaram a compra das operações portuguesas da Oi pela francesa Altice, mas a aprovação do negócio está condicionada a algumas condições. A venda deve capitalizar o caixa da oi, que acumula dívidas de quase R$ 50 bilhões.

Os reguladores do velho continente quer que a Altice venda os negócios que mantém atualmente em território português, para finalmente concluir a aquisição de toda a infraestrutura que formava a antiga Portugal Telecom, antes da negociação que fundiu portugueses e brasileiros em uma só operação, binacional. A aquisição deve ocorrer perante o pagamento de € 7,4 bilhões, equivalente à R$ 22 bilhões.

O aval oficial foi concedido pela Comissão Europeia, que decide sobre questões antitruste no bloco econômico. A entidade, no entanto, demonstrou preocupação com a possibilidade de que o espólio da Portugal Telecom, mais a atual operação da Altice em terras lusas, combinados, poderiam resultar na diminuição da concorrência no segmento de telefonia fixa, o que poderia resultar em preços mais altos ao consumidor final.

A Altice opera duas subsidiárias em Portugal, a Cabovisão, que oferece TV paga, Internet e telefonia fixa a clientes residenciais, e a ONI, companhia que oferece serviços de telecomunicações especificamente ao público corporativo daquele país. A Altice já sinalizou que colocará ambas a venda. A Comissão liberou o negócio de passar por análise de órgão anti-truste portugueses, desde que a investidora francesa cumpra o acordo de venda.


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