Alibaba aposta em carros e em equipamentos inteligentes

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A Alibaba prepara-se para reforçar suas operações de computação em nuvem, equipamentos e Big Data. Suas recentemente criadas unidades de automação e de dispositivos domésticos inteligentes querem expandir os tentáculos da gigante chinesa para além das fronteiras do comércio digital. O gigante do e-commerce chinês, comandado pelo magnata Jack Ma, depois de ter provado que

A Alibaba prepara-se para reforçar suas operações de computação em nuvem, equipamentos e Big Data. Suas recentemente criadas unidades de automação e de dispositivos domésticos inteligentes querem expandir os tentáculos da gigante chinesa para além das fronteiras do comércio digital.

jack ma alibaba

O gigante do e-commerce chinês, comandado pelo magnata Jack Ma, depois de ter provado que é uma força no setor do comércio digital, quer agora fincar as presas em outras áreas de negócio. Desta vez, juntou-se também à corrida dos equipamentos inteligentes, que vão desde as televisores e eletrodomésticos aos automóveis.

Diz a Reuters que esta mudança de rumo vai colocar a Alibaba frente afrente com rivais conterrâneas como a Tencent, a Baidu, a JD.com e a Xiaomi.

Consta que a unidade automotiva da empresa de e-commerce inclui serviços de marketing de carros, concebidos através das suas soluções de analítica e Big Data e da secção de vendas de automóveis de seu website Tmall. Segundo o que uma porta-voz da empresa disse à agência noticiosa, a Alibaba vai procurar disponibilizar empréstimos para a compra de carros.

Disse a empresa que na China já conta com cerca de 50 marcas de carros e 10 mil concessionários como parceiros nesta sua nova jogada estratégica. Em março deste ano, a SAIC Motor, a maior fabricante automobilística chinesa, revelou que, através de uma aliança com a Alibaba, iria investir cerca de US$ 160 milhões num fundo de desenvolvimento de carros conectados.

Por seu lado, a divisão de aparelhos inteligentes, que a empresa chama de smart living, é composta pelas capacidades retalhistas da Tmall – que se juntou à Alibaba em 2014 – e por operações assentes em computação cloud. Também sua plataforma de crowdfunding Taobao vai fazer parte desta unidade.


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