Ciberataques destrutivos são mais comuns que roubo de dados

Segurança

Esta é a conclusão de uma pesquisa feita pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que mostra que os ataques cibernéticos com objetivo de destruir informações são mais comuns do que roubo de dados na América do Norte e do Sul, ao contrário do que seria de esperar. A pesquisa, divulgada pela Reuters, que contou com

Esta é a conclusão de uma pesquisa feita pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que mostra que os ataques cibernéticos com objetivo de destruir informações são mais comuns do que roubo de dados na América do Norte e do Sul, ao contrário do que seria de esperar.

cibercrime, segurança

A pesquisa, divulgada pela Reuters, que contou com a participação de 575 entidades, conclui também que 40% dos entrevistados sofreram ataques a suas redes de computadores, com a meta de derrubar as redes. Já 44% viram ataques tentar apagar arquivos e 54% detetaram “tentativas de manipulação” de equipamento, por meios de um sistema de controle.

Contrariamente ao esperado, a pesquisa mostra que 60% dos consultados dizem ter detetado tentativas de roubo de dados, algo que é visto como o principal objetivo de ataques de hacking.

Até agora, o ataque mais destrutivo nos Estados Unidos foi mesmo aquele que derrubou os servidores da Sony Picture Entertainment e conseguiu divulgar na internet várias informações confidenciais, fazendo com que até Barack Obama chegasse a ter de comentar o assunto.

O facto de a destruição de dados ser um desafio técnico menor do que a penetração nas redes – tendo como consequência menor divulgação pública para os hackers – tem atuado como um fator de desmotivação dos criminosos cibernéticos, de acordo com a pesquisa da Organização dos Estados Americanos.

Esta pesquisa da OEA consultou empresas e órgãos públicos de setores críticos, como entidades públicas, comunicações e finanças.


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