Cisco provê conectividade para grupo de varejo brasileiro

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A CSD, Companhia Sulamericana de Distribuição, um dos maiores grupos de varejo do Brasil, implantou redes cabeada, wireless e de telefonia da Cisco para acompanhar sua recente expansão pelo interior do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. De acordo com a empresa, o projeto da Cisco foi aprovado por ser o único do

A CSD, Companhia Sulamericana de Distribuição, um dos maiores grupos de varejo do Brasil, implantou redes cabeada, wireless e de telefonia da Cisco para acompanhar sua recente expansão pelo interior do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. De acordo com a empresa, o projeto da Cisco foi aprovado por ser o único do mercado a atender todos os requisitos – de Wi-Fi a telefonia – com soluções fim a fim e bom custo-benefício em médio e longo prazo.

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Com um total de 45 lojas, sendo a maior parte concentrada no Paraná, a CSD detém as marcas de supermercados Cidade Canção e São Francisco e adquiriu recentemente 10 lojas da rede Amigão no Estado de São Paulo. Com a ampliação, seus três centros de distribuição anteriores foram consolidados em um novo complexo de 30 mil metros quadrados de área construída, o que demandou modernização da base de TI e de Telecom.

A estrutura renovada conta com switches da linha Cisco Catalyst de 48 portas para a rede cabeada, mais de 40 Access Points 2602E para a rede Wi-Fi e controladoras wireless 5508. Para a telefonia, foram adquiridas mais de 100 unidades do Cisco Unified SIP Phone 3905, além da solução BE6000 (Business Edition 6000), que permite integrar vídeo, voz, troca de mensagens e conferência em um único servidor, atendendo até 1.500 usuários. Todas as redes da CSD foram implantadas pela integradora Exata TI, parceira Cisco, e rodam numa mesma infraestrutura.

Para James Mommensohn, Gerente de Tecnologia da CSD, o grande diferencial das soluções Cisco é a possibilidade de integração da tecnologia. “Nos impressiona a quantidade de recursos e funcionalidades que são possíveis implantar, integrar e convergir com as soluções da Cisco, principalmente com a BE6000, que fornece um pacote completo de colaboração” explica James.

“Ter uma plataforma unificada, como é o caso da Cisco, traz imensas vantagens. Eu compro a plataforma e hoje ofereço serviço de telefonia, por exemplo, para meu cliente interno. Amanhã, com o mesmo equipamento, posso comprar um módulo e oferecer conferência ou videoconferência”, explica Alexandre Rogoski, da Exata TI.

Um exemplo de integração é o centro de distribuição da CSD em Maringá, onde as redes desempenham função crítica para a operação. Além da conexão com o prédio administrativo que abriga o data center da companhia, as redes suportam todos os processos de recebimento e separação de mercadoria. Apenas na rede Wi-Fi, por exemplo, são 100 coletores portáteis conectados. Como a unidade recebe cerca de 40 caminhões por dia com aproximadamente 50 mil caixas de mercadorias, qualquer parada no sistema impactaria a distribuição para as várias lojas da CSD espalhadas pelo interior.

“Investir em uma infraestrutura de TI robusta e com qualidade é fundamental para suportar toda a operação da indústria varejista, visando o crescimento a médio e longo prazo”, destaca Ana Claudia Plihal, diretora de Commercial da Cisco do Brasil, que completa: “O projeto implementado na CSD também prepara a empresa para novas demandas tecnológicas, como a Internet de Todas as Coisas”.

A ampliação da rede do centro de distribuição para o prédio administrativo e para uma loja da empresa, onde caixas, consulta-preços e até mesmo balanças já estão ligadas à rede Wi-Fi, é um primeiro passo para a IoE.

A expansão para as outras lojas já está programada para 2015 e, para a Companhia Sulamericana de Distribuição, todo o investimento inicial já mostra resultados. James Mommensohn, da CSD, comenta que o projeto não visava apenas o novo centro de distribuição, mas o padrão de tecnologia a ser adotado pela companhia para os próximos anos, por essa razão a importância da escolha certa. “Estamos extremamente satisfeitos com a qualidade e performance dos equipamentos”, conclui o executivo.


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