CNPq aprova dois projetos de inovação da Schalter

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A brasileira Schalter, especializada em desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos eletrônicos, soluções integradas de automação comercial, bancária e industrial, anunciou a aprovação de dois projetos de inovação junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os projetos foram desenvolvidos em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Um deles foi denominado Desenvolvimento

A brasileira Schalter, especializada em desenvolvimento, fabricação e comercialização de produtos eletrônicos, soluções integradas de automação comercial, bancária e industrial, anunciou a aprovação de dois projetos de inovação junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Os projetos foram desenvolvidos em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL). Um deles foi denominado Desenvolvimento de Gestão da Inovação com o Uso de Inteligência Competitiva, o qual apóia-se em Business Intelligence (BI). O segundo projeto selecionado pela empresa foi o batizado de Desenvolvimento de Terminal Nacional de Autoatendimento em Plástico ABS.

“Estamos na lista dos 20 projetos aprovados pelo CNPq, num universo de 70, é um motivo de orgulho para nós e um marco importante para a empresa. Isso porque representa apoio técnico do IEL, CNPq e FIERGS no desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos idealizados com a aplicação de inovação”, comentou Paulo Oliveira, Diretor de Serviços da empresa.

“As áreas de atuação da Schalter são de terminais de autoatendimento e Mini CPUs para aplicação embedded (embarcada) e a inovação é fundamental para o desenvolvimento de soluções aos nossos clientes”, afirma Nelson Romero, diretor comercial da Schalter.

Criado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 29 de janeiro de 1969, quando o Brasil crescia a padrões chineses e vivia o início do chamado “milagre econômico”, o IEL iniciou suas atividades com uma proposta avançada para a época: aproximar os estudantes das linhas de montagem por meio de estágios supervisionados.

Nos anos 1990, quando o Brasil abriu as portas para a concorrência externa, a defasagem tecnológica da indústria brasileira ficou visível. Neste momento, o IEL começou a diversificar suas atividades. A partir daí, experiências internacionais levaram o Instituto a ser procurado por empresários que buscam o aperfeiçoamento da gestão de seus negócios, da inovação tecnológica e da modernização das práticas empresariais.

O foco nos empreendedores continuou e foi fortalecido desde o final da década de 1990 até hoje, sem deixar de lado o incentivo ao estágio. Foram desenvolvidas parcerias com instituições internacionais para capacitação de dirigentes empresariais e o Programa IEL de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores (PQF), que qualifica as cadeias produtivas das grandes e médias empresas.


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