Empresas estão preocupadas com atraso na adoção de big data

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A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, elaborou um estudo em parceria com a EMC Corporation que revelou uma crescente preocupação das empresas quanto ao atraso na adoção de big data e ao impacto competitivo que a decisão atrasada pode causar. Conforme o apurado, dois terços das organizações (65%) reconhecem

A Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, elaborou um estudo em parceria com a EMC Corporation que revelou uma crescente preocupação das empresas quanto ao atraso na adoção de big data e ao impacto competitivo que a decisão atrasada pode causar.

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Conforme o apurado, dois terços das organizações (65%) reconhecem que correm o risco de deixar de ser competitivas se não incorporarem novas soluções de análise de dados.  O relatório, ‘Big & Fast Data: The rise of Insight-Driven Business’ (Dados volumosos e velozes: a ascensão do negócio orientado à informação, em português), entrevistou mais de 1.000 diretores e tomadores de decisão da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia Pacífico para entender a necessidade e a capacidade de adoção do big data nas empresas. Levando-se em conta este cenário, a Capgemini lança plataforma inovadora de serviço, Insights as a Service (Análises inteligentes como Serviço), que será testada com um seleto número de clientes durante o primeiro semestre de 2015.

De acordo com 63% das empresas entrevistadas, big data está mudando os limites tradicionais de negócios e permitindo a migração de novos fornecedores dentro da indústria. Mais de um quarto (27%) mencionou novos concorrentes de outros setores, enquanto 53% acredita que concorrerá com start-ups preparadas para lidar com dados. Isto sugere que o domínio da gestão e análise de Big Data é agora fundamental não apenas para o sucesso, mas também para a sobrevivência do negócio.

Para a Capgemini, é de amplo conhecimento que os dados mantidos pelas organizações estão se tornando um componente essencial do valor de mercado (59% dos respondentes). Isso também se reflete na administração da empresa, sendo que quase um terço (32%) já introduziu ou está introduzindo novos cargos voltados à gestão de dados. Outras conclusões do relatório:

  • 54% afirmam que os investimentos em big data nos próximos três anos superarão os valores anteriores;
  • 61% reconhecem que big data, por si só, contribui para o aumento da receita, e está se tornando tão valioso para as corporações quanto seus produtos e serviços;
  • 43% das organizações já possuem ou estão se reestruturando para explorar novas oportunidades em Big Data;
  • 36% dos entrevistados disseram que, devido à importância estratégica do Big Data, tiveram que se esquivar das equipes de TI para executar as análises de dados necessárias para obter percepções valiosas para o negócio;
  • Mais da metade (52%) relatou que a análise inteligente dos dados foi dificultada por limitações no processo de desenvolvimento de TI;
  • Acessar Big Data mais rapidamente é o fator que os executivos C-level enxergam maior valor – 77% declararam que os tomadores de decisão exigem cada vez mais análises de dados em tempo real.

 

“A informação está no centro de todas as decisões de negócio. As organizações precisam aproveitar plenamente as oportunidades que o big data oferece, ou correm o risco de ficar de fora do mercado. A pesquisa identificou que, enquanto algumas organizações o adotam para reduzir os custos e aumentar o desempenho, outras aproveitam para entrar em novos mercados, buscando rentabilidade. Projetamos um conjunto de diretrizes centrais e criamos estruturas que ajudarão os clientes a prosseguir em sua jornada rumo à plena exploração de informações, em todos os lugares. Acreditamos que essa abordagem será revolucionária tanto para as empresas como para a indústria”, afirmou em comunicado o líder de Análises & Dados da Capgemini global, John Brahim.

“Experiências atraentes para o usuário e novos modelos de negócios na era digital são abastecidos pelo aumento significativo da disponibilidade e do uso de dados. Todos os segmentos precisam perceber a importância não só da capacidade de reunir os elementos rapidamente, mas também de construir conhecimentos a partir de múltiplas fontes de dados. É essencial investir em pessoas, habilidades, ferramentas e plataformas modernas como uma questão de urgência”, conclui o presidente da Pivotal e membro da Federação EMC, Paul Maritz.

Aproveitando o sucesso da Linha de Serviços Globais de Gestão das Informações de Negócios (Business Information Management Global Service Line – GSL), lançada há cinco anos, a Capgemini está evoluindo seu portfólio para uma prática global voltada para “Análises & Dados”, que está prevista para crescer substancialmente mais rápido do que o mercado global. Atualmente, a Capgemini tem 10 mil profissionais neste campo – a maioria engenheiros de dados e especialistas em inteligência de negócio – e acredita que a demanda deve duplicar nos próximos cinco anos.

O serviço combina trabalho pioneiro com dados volumosos e velozes e experiência em consultoria de negócios com abordagem em novas perspectivas. Como parte desta iniciativa, a Capgemini desenvolveu a inovadora plataforma Insights as a Service (Análises Inteligentes como Serviço), que será testada com um seleto número de clientes durante o primeiro semestre de 2015. Projetada para permitir às empresas analisar e responder aos padrões comportamentais em tempo real, esta nova plataforma possibilitará também a melhoria contínua dos processos de negócio, sem o comprometimento com custo inicial do investimento em ciência de dados e infraestrutura de TI. A plataforma deve ser disponibilizada para o mercado no segundo semestre deste ano.


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