Aplicações móveis são porta de entrada para Oracle

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Em entrevista à B!T, o diretor sênior de Customer Experience e Markerting da Oracle para a América Latina, Jorge Toledo, indica que ainda não há estatísticas no Brasil para a demanda por versões móveis de aplicações, mas é categórico, ao dizer que “todas as vendas realizadas pela companhia na região envolvem componentes do ambiente móvel”.

Em entrevista à B!T, o diretor sênior de Customer Experience e Markerting da Oracle para a América Latina, Jorge Toledo, indica que ainda não há estatísticas no Brasil para a demanda por versões móveis de aplicações, mas é categórico, ao dizer que “todas as vendas realizadas pela companhia na região envolvem componentes do ambiente móvel”.

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A companhia, que entre outros serviços e produtos fornece softwares para o desenvolvimento de plataformas online, realizou um estudo global batizado de “Millennials and mobility: howbusinesses can tap into the app generation”, algo como “A geração do milênio e a mobilidade: como as empresas podem participar da geração de aplicativos”.

Por meio do estudo, puderam concluir que depois de passar por uma experiência negativa ou pouco satisfatória com as aplicações móveis de uma companhia, os usuários de 18 até 34 anos ficam menos dispostos a utilizar os produtos ou serviços novamente. Como a má experiência pode se transformar em insucesso nas vendas, o executivo da Oracle, Jorge Toledo, indica que a companhia oferece algumas tecnologias para o desenvolvimento de aplicativos e até soluções prontas, para atender necessidades específicas.

“As nossas ferramentas ajudam a desenvolver boas plataformas para a gestão das forças de vendas, as redes sociais privadas, a gestão de equipes de manutenção de campo ou envio de mensagens do tipo push (com notificação em tempo real), em projetos especiais de relacionamento com clientes. A diversidade de soluções Oracle é grande e pode ser explorada de maneira a atender demandas bastante particulares caso a caso, de acordo com cada cliente”, afirma.

De acordo com Toledo, apesar do estudo ter sido realizado com usuários de plataformas móveis localizados na América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico, a realidade já é vista também por aqui.”Os clientes brasileiros demandam cada vez mais soluções prontas no formato apps. Em quase todos os nossos processos de vendas existe um componente de Mobile que é preparado para complementar os negócios fechado por aqui”.

Ainda segundo o executivo essa é uma tendência que deve ser adotada por todas as companhias que desejam levar suas aplicações, sejam elas de produção, consumo ou de navegação. “O conceito deBYOD, ou Bring Your Own Device (traga seu próprio dispositivo, em inglês) já é comum no dia a dia das principais empresas e os benefícios são claramente percebidos com maior performance dos profissionais e menor tempo de resposta às demandas”, diz.

Segundo ele, dessa forma, a plataforma móvel vai necessitar de uma aplicação preparada para aquele ambiente, para que todas as vantagens da mobilidade não se percam quando os esforços para mais agilidade esbarram em um programa lento, inadequado, com um visual adaptado, ao invés de características desenvolvidas sob medida.

Jorge Toledo finaliza, indicando que entre os entraves para que as companhias decidam adaptar em massa suas aplicações, estão itens como a segurança, que devem ser considerados, já que existem grandes desafios na hora de transportar as soluções para o ambiente Mobile. “A boa notícia é que ferramentas e tecnologias já ajudam empresas de diferentes setores e tamanhos e auxiliam na implantação das soluções no ambiente móvel”, conclui.

O estudo “Milleanials” indicou que 39% dos usuários consultados em países como Estados Unidos e Portugal se declararam menos inclinados à recomendar a outras pessoas os produtos ou serviços de uma empresa, após uma experiência negativa com as suas aplicações, e 27% admitem que transmitirá uma perspetiva negativa da empresa, caso seus produtos e serviços tiverem aplicações ruins neste ambiente.

Segundo o estudo as conclusões tornam evidente que as empresas, para se relacionarem com os atuais e futuros clientes por meio da experiência móvel, precisam que essa aplicação reflita os valores da marca, arriscando perder os clientes para a concorrência que apresentar uma oferta muito mais convincente, nos canais e plataformas móveis.


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