Receitas da Microsoft superam estimativas

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Os resultados da Microsoft para este primeiro trimestre de 2015 superaram as expectativas. A subida inesperada das receitas e dos lucros da companhia foi motivada pela venda de equipamentos e de serviços de cloud, que atenuou a queda do segmento Windows, o seu negócio principal. Nos último trimestre de 2014, as receitas da Microsoft totalizaram

Os resultados da Microsoft para este primeiro trimestre de 2015 superaram as expectativas. A subida inesperada das receitas e dos lucros da companhia foi motivada pela venda de equipamentos e de serviços de cloud, que atenuou a queda do segmento Windows, o seu negócio principal.

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Nos último trimestre de 2014, as receitas da Microsoft totalizaram US$ 26,5 7 bilhões. Já no primeiro trimestre deste ano, ficaram em US$ 21,7 bilhões. Contudo, em relação às receitas de US$ 20,4 bilhões conseguidas no mesmo período de 2014, observa-se uma subida de cerca de seis por cento.

Os analistas teriam projetado receitas de US$ 21,1 bilhões.

A Microsoft afirmou, em comunicado, que os resultados apresentados foram impactados por gastos de US$ 190 milhões, que incidiram sobre o plano de reestruturação da empresa e a integração do segmento de Dispositivos e Serviços da Nokia, ainda em curso.

A instalação do Windows em computadores novos sofreu uma quebra este trimestre, arrastando consigo as vendas da família de software, que caíram 19 por cento face ao primeiro trimestre de 2014.

Esta queda foi, no entanto, amortecida por um forte fluxo de vendas do tablet da Microsoft, o Surface, de servidores back-end e de programas baseados em cloud, como as aplicações do Office 365.

As receitas do negócio de serviços cloud da Microsoft para a vertente comercial, segundo a Reuters, atingiram valores superiores ao dobro dos registados no primeiro trimestre de 2014. A sua rival Amazon conseguiu também que o seu segmento de cloud gerasse receitas de US$ 1,57 bilhões neste trimestre, mais 50 por cento do que no mesmo período do ano passado.

O valor das ações da tecnológica foram de 68 centavos de dólar do primeiro trimestre de 2014 para os 61 centavos, valor que mesmo assim se mantém acima dos 51 centavos estimados pelos analistas.

*Filipe Pimentel é jornalista da B!T em Portugal


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