EMC World 2015 começa com promessa de redução no tempo para implementação de aplicações

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Encontro anual promovido pela gigante norte-americana de storage, que acontece em Las Vegas até a próxima quarta-feira, começou com um debate em torno da promessa reduzir drasticamente o tempo para a implementação de softwares e sistemas virtuais. A companhia apresentou uma geração estrante de servidores que, segundo a EMC, vão reduzir o chamado Time-To-Market das

Encontro anual promovido pela gigante norte-americana de storage, que acontece em Las Vegas até a próxima quarta-feira, começou com um debate em torno da promessa reduzir drasticamente o tempo para a implementação de softwares e sistemas virtuais.

EMC David Goulden

A companhia apresentou uma geração estrante de servidores que, segundo a EMC, vão reduzir o chamado Time-To-Market das empresas que utilizam aplicações como plataformas Big Data, sistemas de Business Intelligence e Analytics, além de soluções de segurança para a proteção dos dados hospedados em servidores físicos, virtuais e também na nuvem.

O CEO global para infraestrutura da informação da empresa, David Goulden, afirmou que o aperfeiçoamento de todo o ecossistema que envolve a TI, acontece para que as empresas em diversas indústrias estejam preparadas para a multiplicação de pessoas conectadas, informações geradas todos os dias e também para conseguir melhores resultados, independente da plataforma utilizada nos negócios. “Em 2020 a gente estima que serão mais de 7 bilhões de pessoas conectadas a aproximadamente 30 bilhões de dispositivos”, conta.

Segundo Golden, para monitorar tanta gente, em tantos devices, o software deve ser a chave para a conexão do mundo digital daqui a cinco anos. No entanto, ele esclarece que isso não depende apenas do aplicativo bem desenhado, ou, um “killer app”, mas também com que linguagem a aplicação foi desenvolvida e em qual plataforma física ela é acessada.

Para ilustrar isso, ele cita exemplos de serviços bem sucedidos, que só fazem sucesso por conta do modo como foi desenhado para a plataforma, no caso, móvel.”A gente vê soluções de grande sucesso como o Uber, para quem viaja e não sabe andar por uma região desconhecida. O Wink, no qual você é capaz em uma interface fácil, de quatro ou cinco botões, controlar a automacão, em uma casa, por exemplo. O Luxe, com mais de 10 milhões de downloads no Google Play Store, ou mesmo o Munchery, para que a sua comida vá ao mesmo tempo que você para sua casa, para que você chegue junto com ela, depois de um dia cansativo de trabalho. Essas aplicações são objeto de análise por terem atendido muito bem a proposta e terem combinado o ambiente mobile com sua proposta, facilitando a vida dos usuários”, ressalta.

O executivo diz ainda que a EMC estuda como ajudar seus clientes à escolherem o melhor jeito de utilizar plataformas de negócios de TI, para servir à geração Z, também chamada de “post millenials”. Essa parcela da população mundial gera muitos dados online e os equipamentos e programas de computador precisam lidar com a explosão geométrica dos dados.

“Nós atendemos cerca de 10 industrias, 18 países e negociamos com mais de 3000 líderes nas áreas comerciais, financeiras e de tecnologia das companhias. Quando ofertamos novos equipamentos, que aguentam mais processamento, economizam energia e capazes de filtrar as informações relevantes para os nossos clientes, é para ajudar a grande parte das companhias que só existem com a ajuda da tecnologia”, finaliza, ao comentar que das 500 empresas listadas no ranking da revista Fortune, 89% não existiam em 1955.

*O repórter viajou a convite da EMC


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