Chromebooks podem vender 7,3 milhões de unidades em 2015

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O Gartner estimou uma forte procura pelos computadores com o sistema do Google, impulsionada principalmente pelas demandas do setor de educação e também corporativo. Os Chromebooks são computadores projetados para serem usados basicamente conectados o tempo todo à internet. Os aparelhos rodam aplicações offline, mas seu principal ativo é conseguir rodar qualquer aplicação, desde que

O Gartner estimou uma forte procura pelos computadores com o sistema do Google, impulsionada principalmente pelas demandas do setor de educação e também corporativo.

Chromebook

Os Chromebooks são computadores projetados para serem usados basicamente conectados o tempo todo à internet. Os aparelhos rodam aplicações offline, mas seu principal ativo é conseguir rodar qualquer aplicação, desde que ele esteja na web. Exatamente por isso, muitas companhias enxergam nele uma maneira de portabilizar seu parque de computadores, de maneira barata, já que em países como EUA ele é considerado um dos aparelhos mais baratos à venda.

Além do preço, o equipamento tem larga autonomia, já que tudo é feito por meio do conhecido navegador Chrome, também do Google, e pode acessar aplicações na nuvem.

Ainda segundo o Gartner, a estimativa de vendas representa um aumento de 27% sobre as vendas de 2014, quando o setor educacional representou 72% da responsabilidade sobre a compra do produto Apesar do interesse pelo Chromebook entre pequenas e médias empresas, a demanda empresarial ainda precisa ser acelerada, segundo a empresa de pesquisa de mercado.

A América do Norte foi o maior mercado para o dispositivo em 2014, ao registrar pouco mais de 84% das vendas. A região da Europa, Oriente Médio e África (Emea) representou 11% das vendas, a Ásia-Pacífico contribuiu com menos de 3%, com demandas na Austrália, Nova Zelândia e também no Japão.

A Google, que produz o equipamento junto com diversas fabricantes tradicionais de hardware como Samsung, Toshiba, HP e Dell, decidiu explorar a febre do mercado indiano por mobilidade e lançou este ano dois modelos Chromebooks por lá. Manufaturados pela Nexian e pela Xolo, ambos terão preços abaixo da margem anterior de US$ 250, em uma tentativa clara de chamar a atenção de clientes menos abastados para os notebooks da empresa. O valor era o mínimo que se pagava por um modelo, na maioria dos países em que é comercializado.

O modelo da Nexiam sairá por cerca de US$ 212, já o equipamento desenvolvido pela Xolo será um pouco mais caro, US$ 220. Apesar das novidades serem atualmente restritas à Índia, a Google alega que outras grandes marcas devem participar da iniciativa para dar ainda mais variedade ao mercado. Chromebooks mais baratos podem ser lançados por Samsung, Asus e mais fabricantes, mas não se sabe ainda se isso se restringira ao mercado indiano.


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