Lucro líquido da Telefônica Brasil cai mais de 12% no 1º trimestre

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A companhia, subsidiária da espanhola Telefónica, registrou queda de mais de 12% en seu lucro liquido, atingindo um resultado com ganhos de R$ 579,7 milhões nos primeiros três meses do ano e total de acessos no território brasileiro que chegou aos 97,2 milhões de usuários, realizados por clientes pessoa física e jurídica. A telco, dona

A companhia, subsidiária da espanhola Telefónica, registrou queda de mais de 12% en seu lucro liquido, atingindo um resultado com ganhos de R$ 579,7 milhões nos primeiros três meses do ano e total de acessos no território brasileiro que chegou aos 97,2 milhões de usuários, realizados por clientes pessoa física e jurídica.

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A telco, dona da marca Vivo no país e que deve em breve ser comandada por Amos Genish (ex-GVT), indica que a queda nas receitas, em relação ao ano passado, acontece por conta, principalmente, da maior despesa financeira do período, já que a companhia adquiriu por mais de R$ 22 bilhões a companhia GVT, que era propriedade do grupo de mídia Vivendi.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou cerca de R$ 2,57 bilhões, ou seja, um avanço de 0,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2014. De janeiro a março, o total de acessos fornecidos pela companhia atingiu R$ 97,2 milhões, dos quais R$ 81,9 milhões no negócio móvel e R$ 15,3 milhões na rede fixa.

Os custos operacionais totalizaram os R$ 6,41 bilhões, com crescimento de 6% no comparativo anual. Imputado nos custos da operação, que se elevaram este ano, também estão a conta com investimentos em melhorias de qualidade, já que entidades regulatórias como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e fiscalizadoras como o Procon, estão elevando as exigências de qualidade e aumento da capacidade das redes.

O resultado financeiro liquido foi negativo aumentou para R$ 217,8 milhões, na comparação com as perdas de R$ 88,3 milhões registradas um ano antes, o que revela uma variação de 146,6%. o indicador é resultado do maior endividamento e do aumento da taxa de juros brasileira.

Ainda no setor de Telecom, a francesa Vivendi afirmou hoje que a participação na Telecom Italia é oportunista. A empresa foi categórica ao revelar que “não tem planos para reingressar no mercado de telecomunicações”, segundo palavras do presidente-executivo, Vincent Bolloré.

A Vivendi, que agora se concentra nas operações de TV paga e de música, vai ficar com uma fatia de 5,7% da Telecom Italia e outra participação minoritária da Telefônica Brasil, assim que a venda da GVT para o grupo espanhol for concluída, o que deve ocorrer no final de maio.


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