Programa Start-Up Brasil ganha apoio da Delta Business Center

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A Delta Business Center, empresa que tem atuação nos principais polos empresariais da cidade de São Paulo, anunciou uma parceria com o programa Start-Up Brasil, que é patrocinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Para a Delta, a parceria visa ajudar, tanto as empresas que iniciam os negócios e buscam custos mais baixos

A Delta Business Center, empresa que tem atuação nos principais polos empresariais da cidade de São Paulo, anunciou uma parceria com o programa Start-Up Brasil, que é patrocinado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Para a Delta, a parceria visa ajudar, tanto as empresas que iniciam os negócios e buscam custos mais baixos no que se refere à locação de escritórios, bem como oferecer a infraestrutura para eventos do programa. Hoje, a Delta atua nos principais centros de negócios da cidade de São Paulo. 

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A parceria tem duas grandes motivações para Silno Ferreira, CEO da Delta. “Primeiro, queremos incentivar e ajudar essas novas empresas no mercado brasileiro, já que sabemos o quanto é difícil iniciar algo novo. Segundo é que acreditamos que os nossos serviços podem ajudar em muito estas empresas a crescerem sem terem a necessidade de um alto custo inicial de infraestrutura”, diz. Hoje, a Delta conta com quatro unidades localizadas no coração empresarial paulistano: Avenida Paulista, Berrini, Faria Lima e Funchal. A empresa, em sua linha corporativa, garante até 30% de economia nos gastos.
 
Segundo Ferreira, os escritórios virtuais estão conquistando cada dia mais empreendedores que desejam reduzir despesas e evitar burocracias na hora de montar um escritório. Os clientes da Delta são, na verdade, qualquer tipo de empresa, profissionais liberais, representantes comerciais, sindicatos, associações e cooperativas. Criada há pouco mais de uma década, a Delta Business Center cresce na casa dos 20% ao ano e a perspectiva para 2015, mesmo com as adversidades da economia brasileira, é de manter a expansão no mesmo patamar.
 
Outra facilidade oferecida pela empresa é que os empreendedores podem reservar ambientes por ano, semestre, mês, dia ou até algumas horas, segundo seus planos de utilização dos serviços. “O cliente só paga o que utiliza porque ‘o conceito é de compartilhamento’, o que propicia uma excelente relação custo-benefício”, explica Ferreira.
 
De origem nos Estados Unidos e Europa, os chamados “Business Centers” já mostraram que chegaram para ficar. No Brasil, eram quase 40 associados quando surgiu a denominação “escritórios virtuais”. Com uma década, o segmento passou a ser muito difundido e foi reconhecido pelo governo por meio do IBGE e contemplado com uma denominação específica no CNAE que é o código nacional de atividades. O seguimento continuou se expandindo pelo Brasil, e hoje estima-se que são aproximadamente mil centros de negócios.


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