Acessos de banda larga no País sobem

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O Brasil encerrou abril com 24,61 milhões de acessos de banda larga fixa, o que representa uma alta de 7,3% sobre o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A América Móvel, que reúne as marcas Claro, Embratel e NET, manteve-se na primeira posição de banda

O Brasil encerrou abril com 24,61 milhões de acessos de banda larga fixa, o que representa uma alta de 7,3% sobre o mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

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A América Móvel, que reúne as marcas Claro, Embratel e NET, manteve-se na primeira posição de banda larga fixa, com participação total de 31,63% no mercado nacional, frente a 30,10%, na comparação com um ano antes. A companhia foi seguida pela Oi que obtém uma participação de 26,25%, ante 28,67% por cento em abril do ano passado. Já a Telefônica Vivo teve fatia de 16,65% do mercado e a GVT, comprada pelo grupo de origem espanhola no ano passado, 12,55%.

A alta de quase 10% no acesso de internet fixa em apenas um mês, representa um número bastante alto para o período considerando apenas os acessos móveisjá que é esperado um crescimento de até 47% no número de conexões à internet em todo o planeta este ano, mas os quase 50% de aumento são amplamente baseados na expansão das redes móveis.

Segundo um estudo da União Internacional de Telecomunicações (UIT), braço da ONU ligado ao desenvolvimento das comunicações, até o final de 2015 a internet deve atingir a marca total de 3,2 bilhões de usuários conectados. A cifra representa pouco menos da metade de toda a população mundial, prevista para encerrar o ano em aproximadamente 7,2 bilhões de habitantes.

O estudo da entidade revela também que a maioria dos acessos à rede mundial será originado em países considerados em desenvolvimento. Dos 3,2 bilhões de navegantes, 2 bilhões serão de nações subdesenvolvidas. Dentro do grupo de nações em desenvolvimento, a ONU utiliza ainda o termo “países menos desenvolvidos” (LDC, em inglês), que é composto por 48 nações , a maioria delas africanas e asiáticas. Esses países representam apenas 89 milhões de acessos, sendo que a população deles somadas é de 940 milhões de pessoas.

A proporção é de um internauta em países desenvolvidos para cada dois, nos países em desenvolvimento. Apesar de levar vantagem sobre países ricos em número de internautas, é dos países pobres a maior taxa de pessoas fora da internet: 4 bilhões. O estudo também tentou demonstrar a evolução tecnológica nos últimos 15 anos. Os dados revelam que em 2000 apenas 400 milhões de pessoas que tinham se conectado à internet.

Grande parte dessas conexões deve ser puxada por aparelhos de Internet das Coisas, que fomentam a ancoragem de internet com base fixa ou a interação móvel com internet de terceira, quarta – e em fase de testes, até quinta – geração, assim como já fazem os smartphones e tablets adotados em massa pela comunidade global de usuários da rede.