Acionistas da Telefônica Vivo aprovam compra da GVT

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As duas teles estão perto de concluir o negócio anunciado no último ano e que envolve a compra integral da Global Village Telecom Participações, por cerca de R$ 22 bilhões. Os acionistas da Telefônica Vivo com direito à voto autorizaram na última semana aprovaram durante assembleia geral da companhia a compra da companhia que prevê

As duas teles estão perto de concluir o negócio anunciado no último ano e que envolve a compra integral da Global Village Telecom Participações, por cerca de R$ 22 bilhões. Os acionistas da Telefônica Vivo com direito à voto autorizaram na última semana aprovaram durante assembleia geral da companhia a compra da companhia que prevê reembolso de R$40,02 por ação.

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A aprovação implica no pagamento do valor às ações de modo igualitário, remunerando o valor às ações tanto Ordinárias (ON), quando preferenciais (PN), segundo ata da reunião publicada aos investidores no final na última sexta-feira. Deduzido o valor equivalente ao montante dos dividendos declarados pela companhia entre 30 de janeiro e 9 de abril, o valor reembolso deverá alcançar os R$ 37,55 reais por ação. O direito de recesso poderá ser exercido de 1º a 30 de junho, com pagamento marcado para o dia 8 de julho.

Em fevereiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) já havia aprovado dois atos de concentração envolvendo a Telefônica Brasil e a GVT Participações, isentando as companhias de restrições, desde que a Telefônica Brasil se comprometa a transferir para a Vivendi, antiga dona da GVT, sua participação na Telco, que detém participação na Telecom Itália, e que por sua vez controla a TIM no Brasil. Dessa forma, a Telefônica Brasil se enquadraria nas leis brasileiras antitruste, viabilizando inclusive possíveis aquisições futuras.

Com a aquisição, a operadora deverá manter a atual cobertura geográfica de atendimento das companhias combinadas, por prazo indefinido. A Telefônica Brasil também deverá continuar com as ofertas de planos de serviços já existentes no mercado por, no mínimo, 18 meses. A incorporação da GVT à Vivo (marca da Telefônica Brasil no mercado brasileiro) a fará a maior empresa de telecomunicações do país.

Além da expansão e da absorção de know-how que a GVT – operadora mais bem avaliada do País, segundo o ranking de reclamações da Agencia Nacional de Telecomunicações (Anatel) – que a Telefônica Vivo pode obter com o negócio, a nova gerência de toda a companhia, que foi passada para as mãos de Amos Genish, ex-líder da GVT, revela uma estratégia dos investidores que agora estão focados em melhorar a qualidade do atendimento, da prestação do serviços e aumentar a satisfação dos clientes, marcas que tornaram a GVT popular nos mercados de SUl e Sudeste, onde a companhia tem forte atuação entre os usuários do mercado consumidor.


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