Ascenty lança primeiro cloud do Brasil hospedado no Nordeste

CloudData Center

A brasileira Ascenty disponibilizou aos clientes corporativos uma infraestrutura de cloud computing de alta disponibilidade no nordeste, que poderá ser utilizada também como ambiente de contingência e backup – especialmente por empresas que hoje têm seus centros de dados na região sudeste do Brasil.

Localizado no município de Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza, o novo data center da Ascenty entrou em operação no início de junho, levando para o Nordeste uma infraestrutura de padrão internacional, construída de acordo com as recomendações do Uptime Institute para a Certificação Tier III.

“Estamos lançando o conceito de cloud distribuído e oferecendo às empresas a possibilidade de escolher onde querem operar seus ambientes de TI, sempre com a garantia do mesmo padrão de qualidade internacional”, afirma Marcos Siqueira, gerente executivo de Serviços Gerenciados da Ascenty. “Com isso, a Ascenty reforça sua estratégia na área de serviços gerenciados, levando para o Nordeste um serviço que tem como diferenciais a segurança, flexibilidade, escalabilidade e a eficiência na gestão dos recursos de TI”, enfatiza Siqueira.

Segundo ele, mesmo quem ainda não é cliente da Ascenty pode contratar esse novo serviço, por exemplo, para ter uma estrutura de disaster recovery fora dos grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo. A contratação poderá ser feita mediante consulta à equipe de especialistas da empresa. “Nossos arquitetos de soluções, em conjunto com o cliente, vão desenhar a opção ideal para cada caso”, explica o executivo.

O recém-inaugurado data center da Ascenty no Nordeste possui uma infraestrutura redundante em todos os seus sistemas – desde energia, climatização e redes -, com o objetivo de oferecer aos clientes alto desempenho, segurança e um padrão de qualidade internacional. Junto com a nova unidade, a empresa inaugurou também uma rede de fibra óptica de 150 km de extensão, interligando esse centro de dados às operadoras de telecomunicações da região e à infraestrutura de cabos ópticos submarinos que conecta o Brasil a outros países do mundo – o que é feito por meio de três rotas distintas, para garantir maior resiliência e disponibilidade de serviços.


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