Ericsson entende que precisará crescer por meio de pequenas aquisições

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A maior fabricante de equipamentos para telecomunicações em todo o mundo indicou que deve expandir sua operação por meio de negociações com empresas do setor. A informação foi obtida por meio de uma entrevista da diretora global de estratégia da companhia, Rima Qureshi, que fica baseada na matriz, em Estocolmo, Suécia, à agencia Reuters na

A maior fabricante de equipamentos para telecomunicações em todo o mundo indicou que deve expandir sua operação por meio de negociações com empresas do setor.

Ericsson Nasdaq

A informação foi obtida por meio de uma entrevista da diretora global de estratégia da companhia, Rima Qureshi, que fica baseada na matriz, em Estocolmo, Suécia, à agencia Reuters na europa.

“Nós temos um grande foco no nosso desenvolvimento principal que são os equipamentos de transmissão e de redes para a industria de telecomunicações”, afirmou. Ela comolementa ao indicar que a fornecedora “acha que o melhor caminho para esse crescimento seja feito por meio de uma perspectiva estratégica e orgânica”.

Os comentários tecidos pela executiva estão em linha com a política de longo prazo de companhia, conhecida por buscar crescimento interno em vez de compras e joga água fria na recente especulação de mercado de que a Ericsson mudou sua postura para olhar mais favoravelmente a grandes negócios de fusões.

A companhia, no entanto, devetambém continuará a fazer relativamente pequenas aquisições complementares ou cobrir lacunas em sua oferta de produtos ou presença geográfica, disse ela.

Apesar da liderança no setor, um argumento forte para buscar mudanças sutis no curso de sejs negócios, a luz vermelha pode ter acendido com o rearranjo no setor, mas não é um fato assumido em público nem pela Ericsson, nem pela entrevista de Qureshi.

No primeiro semestre a companhia observou as concorrentes números 3 e 4 desse mercado decidirem por uma fusão de aproximadamente € 15,6 bilhões entre a finlandesa Nokia e a francesa Alcatel-Lucent, respectivamente, o que deve criar uma nova vice lider e acirrar a disputa com a antiga número dois, a chinesa Huawei.

A companhia sueca reuniu cerca de 250 executivos no início deste mês na sede de Estocolmo, para discutir a situação da indústria em que atua. Nesta reunião, o time capitaneado globalmente pelo CEO Hans Vestberg “resolveu que a estratégia é, de fato, continuar a investir em negócios existentes e no crescimento orgânico da companhia”, finaliza Rima Qureshi.


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