Obama diz que segurança virtual precisa melhorar

Segurança

O presidente norte-americano Barack Obama afirmou que os governos de todo o mundo precisam preparar melhor a defesa digital de seus territórios, numa referência ao mega ataque sofrido pelos EUA e que expôs os dados de aproximadamente 4 milhões de funcionários federais do país. Citando a série de incursões embaraçosas contra redes de computadores do

O presidente norte-americano Barack Obama afirmou que os governos de todo o mundo precisam preparar melhor a defesa digital de seus territórios, numa referência ao mega ataque sofrido pelos EUA e que expôs os dados de aproximadamente 4 milhões de funcionários federais do país.

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Citando a série de incursões embaraçosas contra redes de computadores do país nos últimos meses, Obama disse que “esforços muito mais agressivos e bem preparados” são necessários para acabar com a vulnerabilidade cibernética que seu país atravessa.

“Os problemas com ataques virtuais constantes não vão desaparecer”, explicou, e imprensa durante a reunião dos sete países mais ricos do mundo, o G7, que acontece na Baviera, sul da Alemanha. “nós prevemos que os ataques vão se acelerar e isso significa que temos que ser tão ágil, tão agressivos e possuir tão bons recursos como aqueles que tentam invadir os sitemas governamentais”, finalizou.

Uma informação apurada pelo jornal New York Times ontem apontou o último saldo do grande ataque realizado em abril e descoberto em maio deste ano. A invasão pode ter exposto um banco de dados gerado pelo governo de 1985 até 2014.

No conteúdo estão informações precisas sobre créditos, salários e até número de seguridade social – equivalente ao CPF brasileiro – de aproximadamente 4 milhões de servidores federais de inúmeras pastas como o Departamento de Administração de Pessoal, o Departamento de Segurança Interna, o Departamento de Estado e até a Casa Branca.

A investigação que é conduzida pelo DSI em parceria com o FBI e a NSA já sabe que foram utilizados IPs chineses para a ação, mas ainda não identificaram com precisão se o ataque partiu da Ásia, ou se apenas foi utilizado um servidor remoto baseado no país oriental.


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