SAS negocia a venda de novas soluções antifraude com bancos brasileiros

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O SAS, fornecedora norte-americana de sistemas de inteligência analítica, anunciou que está em negociação com grandes bancos do País para a venda de dois novos sistemas de identificação antifraude, durante a edição 2015 da Ciab, maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina. Apesar de não fazer parte do core-business da companhia,

O SAS, fornecedora norte-americana de sistemas de inteligência analítica, anunciou que está em negociação com grandes bancos do País para a venda de dois novos sistemas de identificação antifraude, durante a edição 2015 da Ciab, maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina.

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Apesar de não fazer parte do core-business da companhia, a segurança digital das novas soluções utilizam a expertise dos sistemas SAS, ao encontrar anomalias em grandes volumes de dados, unificando plataformas de proteção que o cliente já tem.

O especialista em prevenção e combate à fraude para instituições financeiras do SAS, Carlos Sovegni, explicou à B!T que a solução é amigável às aplicações já existentes, ajudando as barreiras de segurança à proteger as redes de grandes corporações. “Quando o cliente opta por comprar a plataforma complementar de segurança do SAS, ele entende que nossa ferramenta vai aderir às dezenas que ele já têm e nas quais já foram investidos milhões de reais”.

O executivo indica ainda a diferença das duas aplicações demonstradas no evento, que acontece até amanhã, em São Paulo. “A nossa primeira solução, que já está à disposição das empresas aqui no País, é uma ferramenta de ciber security especialmente desenhada para essa indústria”, conta.

O sistema identifica ataques massivos aos servidores dos bancos e é capaz de detectar as anomalias, “com eficiência maior do que a concorrência”. Ele diz, ainda assim, que não pode especificar com detalhes o grau da performance do SAS frente aos rivais de mercado, “por uma questão estratégica”.

“Essa ferramenta já é utilizado por grandes players no exterior como os três maiores bancos dos EUA, por exemplo, porque antes os cibercriminosos invadiam as contas, caso a caso, para roubar o conteúdo particular do correntista”, pondera. “Agora, esses indivíduos praticam ataques massivos aos bancos, porque entenderam que essa fonte pode render frutos maiores”.

Já a segunda aplicação oferecido às instituições financeiras, é uma plataforma de processamento, que acelera a leitura de bancos dados inteiros. A desenvolvedora promete uma redução do tempo praticado pelo mercado, de duas semanas, para a leitura de um banco completo, para “apenas dois minutos”.

Tamanha eficiência prometida pela empresa, é possível por conta da simplificação dos processos. “Bancos como o banco norte-americano, Wells Fargo, e o multinacional, HSBC, adotaram a ferramenta, porque não só esse processo de leitura e monitoramento do seu banco de dados, mas muitos outros processas acabam se acelerando, por conta da eficácia fornecida pelos nossos softwares”, finaliza Carlos Sovegni.

Ambos os sistemas já são negociados com “os três maiores bancos brasileiros” e o sistema de processamento estará completamente disponível para implementação nas empresas do território nacional a partir do final do segundo de mestre deste ano.


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