Vendas mundiais de dispositivos conectados vão superar 112 milhões de unidades em 2015

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Apesar de ganharem importância a cada dia, os smartphones não são os únicos dispositivos conectados no mercado. Segundo um estudo divulgado pelo Gartner, mais de 112 milhões de dispositivos conectados, entre tablets, hotspots móveis e PCs com modems celulares incorporados serão vendidos no ano, o que representa uma alta de 5,6% em relação a 2014.

Apesar de ganharem importância a cada dia, os smartphones não são os únicos dispositivos conectados no mercado. Segundo um estudo divulgado pelo Gartner, mais de 112 milhões de dispositivos conectados, entre tablets, hotspots móveis e PCs com modems celulares incorporados serão vendidos no ano, o que representa uma alta de 5,6% em relação a 2014.

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“O acesso móvel vai além dos smartphones. Consumidores e profissionais desejam conectar múltiplos dispositivos móveis à Internet a um custo acessível, e com uma quantidade de dados aceitável”, disse em comunicado Tracy Tsai, Diretora de Pesquisas do Gartner.

O número crescente de dispositivos com acesso à internet e a necessidade de conectar esses aparelhos oferecem novas oportunidades de receita para fornecedores de dispositivos e provedores de serviços de telecomunicações. Alguns fabricantes de PCs já estão vendendo hardware com serviços de pacotes de dados no exterior, como é o caso da HP, que fez parceria com a T-Mobile para oferecer um notebook com conexão 4G e franquia de dados mensal pela vida útil do aparelho.

De acordo com o Gartner, a diferença de preço entre os aparelhos com conectividade celular integrada deve ser de 10% em pouco tempo, o que pode gerar um aumento importante de dispositivos nos próximos anos. Em 2016, serão 160 milhões, e existe potencial para 600 milhões de unidade até 2019.

Um mercado particularmente interessante é o de notebooks e ultrabooks conectados, que deve crescer de 1,8 milhões (2014) para 4,9 milhões em 2019. Os ultrabooks vão ganhar mais fôlego, pulando de 492 mil unidades (2014) para 3,2 milhões (2019), em especial pela grande autonomia de bateria e conectividade em qualquer lugar, em especial quando o Wi-Fi não é uma opção.


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