Apple lança novo iPod enquanto busca popularizar seu serviço de streaming

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A companhia da maçã lançou ontem a nova geração do modelo iPod touch, em um momento no qual a empresa ainda busca popularizar seu novo serviço streaming de música, o Apple Music.

O novo iPod tem uma câmera iSight de 8 megapixel, câmera FaceTime de alta definição e um chip A8 desenhado pela Apple, que também é utilizado nos iPhone 6 e iPhone 6 Plus.

O iPod, que dará acesso ao Apple Music por meio da App Store, também conta com processador M8 de detecção de movimento para ginástica e exercícios físicos como corridas e caminhadas.

O novo aparelho já está disponível nas lojas online da marca nos Estados Unidos e no Brasil. Os preços na loja brasileira partem de R$ 1,4 mil e vão até R$ 2,6 mil, variando de acordo com a capacidade de memória do aparelho escolhido, que são de 16 GB, 32 GB, 64 GB e 128 GB.

Já nos EUA, o modelo é vendido a partir de módicos US$ 199, ou algo em torno de R$ 623 pelo modelo de 16 GB, US$ 249, ou R$ 780, para o modelo de 32GB e US$ 299, R$ 937, para 64 GB.

Já o modelo mais robusto, com capacidade de 128 GB de armazenamento, é comercializado pela primeira vez. ao custo de US$ 399, o que significa, pela cotação de hoje, um valor de R$ 1250 pagos à Apple.

Apesar da estratégia de aliar as vendas do iPod Touch com o consumo de músicas pelo Apple Music a empresa enfrenta um problema atrás do outro, desde a estreia do serviço, no último mês.

Além dos protestos da cantora Tailor Swift, que reclamava da comercialização de canções sem ressarcimento aos artistas, que aconteceria inicialmente sob a desculpa de que o negócio ocorreria durante um período de degustação dos usuários.

Após alguns dias a empresa decididu voltar atrás, ao anunciar que pagaria toda e qualquer execução de músicas em seu serviço, com ou sem o pagamento advindo de seus clientes.

Além disso, a companhia sediada em Cupertino, no estado da Califórnia (EUA) enfrenta sérias acusações antitruste que partem de concorrentes como Deezer, Spotify, Rapsody e Rdio.

Os players se queixam da diferença de tratamento dada ao Apple Music, já que por pertencer ao conglomerado da Apple, a novidade sairia em vantagem, por não pagar os 30% de comissão sobre qualquer venda – seja de aplicativo ou de conteúdo – que serve de condição básica para todos que desejam oferecer seus apps aos usuários de iPhones, iPads e iPod Touchs.


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