Retorno do PayPal à Nasdaq é marcado por avaliação de US$ 52 bilhões

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As ações do PayPal dispararam 11% em sua reestreia na Nasdaq ocorrida ontem, o que por sua vez avaliou a companhia de sistemas de pagamentos eletrônicos em cerca de US$ 52 bilhões.

A corporação agora desmembrada de seu proprietária, o eBay, é cotada para construir parcerias com sites rivais de comércio eletrônico e tentar capturar fatias de mercado internacional de empresas iniciantes como a Strip and Square e a Apple, que revelou seu próprio serviço de pagamentos móveis, o Apple Pay, no último ano.

“O PayPal é o gorila entre as provedoras de pagamento digital independentes, com mais de 160 milhões de contas ativas, escala global e reconhecimento da marca”, classificaram os analistas do banco JP Morgan Chase em comunicado oficial.

Segundo informações apuradas pelas agências Bloomberg e Reuters, a companhia também busca competir com a Western Union e outros players de transferência de dinheiro.

O presidente-executivo do PayPal, Dan Schulman, declarou que procura usar o tamanho da empresa para oferecer amplamente serviços financeiros acessíveis. “É claro que o potencial para a tecnologia móvel gerar dinheiro se estende para além do comércio. A grande maioria da população mundial de 7 bilhões de habitantes ainda não têm acesso nem a serviços financeiros básicos,” disse ele em entrevista à Reuters nos Estados Unidos.

O PayPal foi criado no final da década de 1990 pelo investidor de risco Peter Thiel, e pelo presidente-executivo da Tesla Motors e hoje bilionário, Elon Musk, e outros empreendedores.

Cedendo à pressão do megainvestidor Carl Icahn, o eBay decidiu no ano passado que iria se separar da PayPal para dar às duas empresas mais foco e flexibilidade.


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