Xiaomi tem queda nas vendas de smartphones no 1º semestre

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A vice líder de vendas de smartphones na China e que estreou no Brasil no início da semana reportou dados preliminares de suas vendas semestrais.

A Xiaomi registrou pela primeira vez em sua breve história de cinco anos – a empresa foi fundada em 2010 – um semestre com queda. Os resultados mais baixos que o segundo período de seis meses de 2014, pode colocar em xeque a meta anual, além de identificar uma desaceleração em seu mercado doméstico de origem.

No primeiro semestre deste ano foram comercializados quase 35 milhões de aparelhos entre janeiro e junho, ante 35 milhões de dispositivos comprados entre julho e dezembro.

É a primeira queda sequencial desde que a companhia começou a divulgar o desempenho de suas vendas período a período, em 2013. Para este ano, a pretensão inicial da chinesa é vender 80 milhões de smartphones.

A Xiaomi tem aproveitado um rápido crescimento com os aparelhos mais baratos do portfólio, que inclui celulares, tablets, power banks, wearables, centrais de mídia, fones de ouvido, cases para seus próprios produtos e até aparelhos de TV.

Os aparelhos, vendidos em mercados como China, Taiwan, Hong Kong, Singapura, Malásia, Indonésia, Filipinas, Índia, e agora o Brasil, são conhecidos pelo design e acabamento de boa qualidade, que se posiciona claramente como uma alternativa aos produtos de valor mais elevado e aura de exclusividade, imposta pela norte-americana Apple aos usuários de todo o mundo.

Isso fez com que os investidores avaliassem a companhia no ano passado em aproximadamente US$ 45 bilhões, tornando a empresa a startup mais valiosa de toda a China.


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