Cisco coloca rede no centro da estratégia de segurança

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A empresa acena com o diferencial de uma arquitetura de segurança consolidada, capaz de livrar o CIO da agrura de ter de gerenciar uma infinidade de soluções para proteção de pontos diferenciados do ambiente corporativo. A rede, como sensor, estará no centro da estratégia.

“A Cisco já é líder em infraestrutura de TI, agora queremos ser a número 1 em segurança da informação”, diz Rodrigo Dienstmann, presidente da companhia no Brasil, acrescentando que, para isso, a empresa investiu globalmente nos últimos 14 meses nada menos do que US$ 4 bilhões em aquisição de empresas, capacitação de seus profissionais, entre outras ações.

Segundo ele, hoje a superfície de ataque é muito mais ampla, portanto, muito mais vulnerável e as soluções fragmentadas são extremamente frágeis. “Estudo da Cisco revelou que, em média, cada empresa possui em seu ambiente cerca de 45 diferentes tipos de ferramentas de segurança”, diz e questiona: “Por que não transformar a rede em um grande servidor de segurança?”.

Paulo Breitenvieser, líder de Segurança da Cisco Brasil, destaca que hoje, 90% das organizações não sabem quem está se conectando a sua rede. E o que torna a segurança ainda mais frágil é que os responsáveis por ela nas companhias passam 80% do tempo gerenciando essa gama de ferramentas pulverizadas no sistema. “Com a rede como servidor, o ambiente ganha total visibilidade e contextualização”, argumenta.

Com o grande volume de conexões na era digital, implementação de Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), entre outras evoluções e transformações nos modelos de negócios, a segurança da informação virou uma faca de dois gumes: de um lado pode ser um impeditivo para o ingresso no mundo digital. Por outro, se bem gerenciada e aplicada, torna-se um passaporte decisivo para a digitalização.

A segurança da informação ganhou tamanha importância que, hoje, na avaliação do presidente da Cisco Brasil, entre as atuais preocupações mais prementes do CEO não estão somente o incremento da eficiência no negócio, aumento da receita e abertura de novas frentes de mercado. “Agora, a segurança da informação figura nessa lista. Isso a torna ainda mais estratégica.”

Proteger a informação é uma missão que alcançou a esfera mais alta das corporações. A aposta é que ganhe mais atenção e investimento na era digital.


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