Infraestrutura cloud das Olimpíadas está terminada

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A infraestrutura de nuvem a ser utilizada durante a Olimpíadas de Pyeongchang, em 2018, já está completa. Através deste sistema, a Atos, a EMC e a Canopy querem assegurar que os dados relativos às competições chegam aos mídia mundiais, permitindo uma cobertura confiável e eficiente.

Para além de atuar como meio disseminador dos resultados, a nova infraestrutura da nuvem será a coluna-mestra dos sistemas e aplicativos que, por exemplo, gerem o recrutamento de voluntários, fornecem suporte às equipes e administram o processo de registro de atletas, órgãos de comunicação social e demais membros da organização das Olimpíadas.

A infraestrutura assenta na solução de nuvem privada corporativa da Canopy, que, por sua vez, se integram na plataforma Vblock Systems da VCE. A conclusão do desenvolvimento da rede dita o começo de uma nova fase da evolução tecnológica das Olimpíadas.

Em agosto, começaram os testes do Programa de Competição e dos Sistemas de Gestão da Força de Trabalho, aplicativos que correm sobre a nova infraestrutura de nuvem e que são críticos para o Comité de Organização de Pyeongchang, na Coréia do Sul.

E, este mês, será avaliada a escalabilidade desta nuvem, para averiguar se, de facto, conseguirá suportar o tráfego esperado. Para isso, será aumentada a largura de banda da cloud. Após terminado o teste, a largura de banda retoma o seu formato inicial.

Se espera, de acordo com informações avançadas pela Atos em nota, que, em 2016, o Portal de Voluntários fique operacional. Nessa altura, a largura de banda da nuvem será novamente aumentada, e posta à prova, “para dar resposta à enorme demanda de pedidos de voluntariado num período muito curto de tempo”.

O diretor de TI do Comité Olímpico Internacional, Jean-Benoit Gauthier, acredita que essa nova nuvem “é um enorme marco” na estratégia de transformação digital do evento.

Por seu lado, Patrick Adiba, diretor da área de Grandes Eventos da Atos, diz, em nota, que a adição da nuvem vai permitir que a organização das Olimpíadas possa se libertar “da necessidade de ter de reconstruir toda uma nova infra-estrutura para cada edição dos Jogos, o que é muito moroso e caro”. O executivo afirma que, para além disso, vai permitir que as equipes de TI possam ser mais eficientes e antecipar necessidades dos usuários.

“Como os jogos não exigem que trabalhe na sua máxima capacidade a todos os momentos, a infra-estrutura vai proporcionar que a capacidade de computação varie entre altos e baixos, para que vá ao encontro das exigências da demanda, garantindo assim a melhor experiência possível para os usuários”, comenta Adiba.


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