Mais de 30% dos consumidores brasileiros comprariam carro conectado

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O carro conectado agrada aos consumidores brasileiros. Um estudo global,  que inclui o Brasil, revelou que 31% dos entrevistados no país estão dispostos a comprar um veículo online.

As conclusões fazem parte da 16ª edição do relatório Cars Online, “The selfie experience: The evolving behavior of the connected customer” (A experiência personalizada: A evolução do comportamento do consumidor conectado, em português), realizado consultoria Capgemini. O estudo envolveu 7,5 mil consumidores em sete mercados-chave (Alemanha, Brasil, China, Estados Unidos, França, Índia e Reino Unido).

A pesquisa revela que os compradores de automóveis esperam obter, cada vez mais, uma experiência personalizada e integrada durante todo o ciclo de compra, tanto online quanto offline, colocando as preferências individuais de cada consumidor no centro das ofertas e serviços.

O relatório também destaca o grande apetite por tecnologias modernas e serviços para carro conectado, o que traz às montadoras e concessionárias tanto oportunidades como desafios.

Metade dos consumidores (47%) quer utilizar ou já utiliza algumas funções de carro conectado, sendo que mais de três quartos (80%) deles dizem que recurso seria importante no seu próximo veículo.

Porém, a ameaça de um ataque cibernético ainda é uma grande preocupação para alguns consumidores (38%), que dizem ser o motivo para não utilizarem funções de carro conectado.

Em relação ao futuro, metade dos consumidores pesquisados (49%) teria interesse em comprar um carro conectato desenvolvido por gigantes da tecnologia, como a Apple ou Google, mesmo estando satisfeitos com sua marca atual.

Essa preferência sobe para 65% entre os clientes mais jovens (18 a 34 anos) e clientes dos mercados em crescimento, como Brasil (63%), China (74%) e Índia (81%), em contraste com os mercados maduros, como o Reino Unido (26%) e Estados Unidos (29%).

Os consumidores, principalmente os mais jovens, estão igualmente dispostos a pagar bem mais por carros autônomos – 79% dos respondentes expressaram interesse, e esse número sobe para 95% nos mercados em crescimento se comparados aos mercados maduros (68%).

Para eles, os pontos positivos, que incluem redução do estresse e segurança, acabam superando os negativos.


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