Receita da Intel cresce em US$ 350 mi com uso de BI e Analitycs

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Esse foi um dos resultados apresentados pelo relatório global IT@Intel. O objetivo do estudo é medir como o grupo de TI da Intel tem contribuído para alavancar e entregar valor para a empresa por meio de inovações que impulsionam melhorias na produtividade, eficiência, competitividade e lucratividade.

O grupo de TI da Intel ofereceu suporte para mais de 106 mil colaboradores em 170 localidades em 66 países diferentes. Os 6065 colaboradores que trabalharam para o grupo de TI da Intel em 2014, alocados em 50 centros de TI, conseguiram diminuir o gasto com TI por colaborador de US$ 13,600 em 2012 para US$ 12,700 em 2014.

A Intel ganhou agilidade e produtividade ao oferecer aos seus colaboradores mais de 45 mil ultrabooks com tela touch, entre produtos oferecidos pela TI e também contabilizando equipamentos adicionados à rede da fabricante pelo programa de BYOD. Os colaboradores da empresa utilizaram em 2014 mais de 105 mil computadores portáteis, mais de 47 mil smartphones e mais de 5 mil tablets.

Para Mário Villalta, diretor do IT@Intel para a América Latina , as grandes mudanças na tecnologia têm rompido com os modelos de negócios existentes, e o que se observa é que a TI precisa ser cada vez mais estratégica e não apenas um braço operacional.  

Usando BI e Analytics

O estudo mostra que em 2014 a Intel usou business intelligence e ferramentas de analytics para aumentar a receita em mais de US$ 350 milhões, sendo US$ 76,2 milhões com o uso de ferramentas de analytics para a geração de leads de vendas.

Os ganhos mais expressivos com analytics, que totalizaram mais de US$ 250 milhões em novas receitas, vieram da integração de múltiplos bancos de dados em um sistema de apoio à decisão para maximizar a receita por meio da otimização de ofertas, demandas e preços.

“Para as empresas, é essencial que os problemas de negócios sejam vistos de forma holística, para que você possa responder as perguntas certas e então usar dados novos ou que não tinham sido utilizados ainda para encontrar uma solução”, disse Villalta.

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