Tecnologia torna Tribunal de Justiça do Distrito Federal mais sustentável

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A solução da Qlik possibilitou a redução em 35% do consumo de folhas sulfite, em menos de três meses. A meta do órgão federal é economizar também no uso de água e energia elétrica.

Segundo a Qlik, a sua solução de Data Discovery, o QlikView, é usada pelo Tribunal desde junho de 2014 para o setor de RH, mas, ao receber do Conselho Nacional de Justiça as recomendações de sustentabilidade para órgãos públicos – o chamado Plano de Logística Sustentável –, a organização decidiu controlar melhor o investimento de diversos ativos, como água, energia, combustível e impressão.

“Automatizamos a coleta de dados sobre impressões do Tribunal para o QlikView diretamente das impressoras e o software gera, para cada gestor, um relatório digital com os detalhes a respeito de quanto cada equipamento gasta e quem mais o utiliza”, comenta Celso Neto, Secretário-Geral do Tribunal de Justiça do DFT.

“A palavra-chave agora é transparência. Não só do Tribunal, como um órgão público, mas dos próprios servidores, já que eles passam a conhecer os números e sabem que podem auxiliar nas metas de redução de consumo. A média de 3,4 milhões de folhas de sulfite mensais passou para 2,2 milhões em três meses, o que significa muitas árvores a menos tiradas da natureza”, avalia.

O próximo passo, segundo o órgão, é ampliar a ação para diversos outros itens, principalmente os que têm impacto direto no meio ambiente, como combustível, água e energia elétrica. Além da redução de custos, o Tribunal poderá compreender o perfil de consumo de cada um dos 14 fóruns que fazem parte do órgão.

“O parceiro poderá descobrir, por exemplo, quais unidades têm utilizado mais recursos e solucionar com assertividade qualquer questão fora da normalidade”, diz Eduardo Kfouri, VP América Latina da Qlik.

“Se antes o setor administrativo precisava pedir os dados à TI, hoje ele tem acesso a todas as informações de forma descentralizada. Os dados são alimentados e acessados por diversas pessoas em apenas um clique”.

O acesso à informação também gerou expectativa na mudança de cultura na organização, de acordo com Neto. O TJDFT já utiliza a ferramenta para a gestão de processos judiciais físicos e eletrônicos e vai continuar ampliando seu uso na área administrativa. “O objetivo é sermos cada vez mais transparentes em todas as áreas do Tribunal”, completa.


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