Oracle anuncia microprocessador com desempenho e segurança avançados

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John Fowler, vice-presidente executivo de Sistemas da Oracle, apresentou as principais vantagens e funcionalidades dos novos servidores Oracle SPARC M7. Segundo ele, este é o resultado do trabalho e do empenho que a Oracle, empresa de TI, tem realizado no desenvolvimento de hardware e software para trabalharem em conjunto, batizado de “engineered systems”.

A Oracle voltou a demonstrar a sua capacidade para essa estratégia na sua conferência anual Oracle OpenWorld 2015, com o anúncio da disponibilidade do seu mais recente microprocessador, o SPARC M7, que tem incorporadas funções únicas de desempenho e segurança hard-wired e que utilizam uma técnica denominada por “software no silício.”

De acordo com a empresa, o novo SPARC T7 e os servidores M7, em conjunto com as atualizações inseridas no engineered system Oracle SuperCluster M7, também introduzem uma nova versão do sistema operativo Oracle Solaris com as suas próprias funcionalidades de segurança melhoradas. Em conjunto, esses sistemas representam uma evolução no desempenho das aplicações de negócio e na integridade dos data centers, e isto acontece num momento que não podia ser mais oportuno dado as necessidades que se fazem sentir atualmente a este nível no mercado.

SPARC M7 é o resultado de cinco anos e meio de desenvolvimento conjunto realizado pelos engenheiros da Oracle e da Sun Microsystems, que a Oracle adquiriu em 2010, e que tinham como meta incorporar certas funções que normalmente estão diretamente incluídas no software no próprio microprocessador.

Segundo explica John Fowler, o SPARC M7 incorpora avanços embutidos no silício sobretudo em duas áreas: segurança e desempenho. Em primeiro lugar, o SPARC M7 acelera a encriptação dos dados por meio das suas unidades criptográficas que estão integradas em cada um dos seus 32 núcleos. E ao incorporar no chip a encriptação com níveis de desempenho extremamente elevados, o M7 é capaz não só de proteger rapidamente os dados, como também de dedicar uma grande quantidade de recursos do processador a projetos adicionais. Recursos que de outra forma estariam a ser utilizados na encriptação dos dados na camada do software.


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