Polícia Federal cruza dados de candidatos e fiscais para evitar fraudes no Enem

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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) promete ser mais seguro neste ano. A Polícia Federal (PF) cruzou dados de candidatos e também dos fiscais que vão acompanhar a aplicação das provas. E mais: nos dias do exame, 24 e 25 de outubro, equipes de inteligência vão trabalhar em conjunto e as redes sociais serão monitoradas.

“Fizemos o cruzamento de dados em várias bases construídas e foi possível indicar alguns pontos críticos e de risco, que a Polícia Federal já está tratando com ações preventivas e, se necessário, repressivas”, disse o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, sem revelar quais são esses pontos críticos.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os procedimentos de segurança do Enem estão sendo aprimorados a cada ano para garantir o respeito àqueles que farão o exame. Segundo ele, todos candidatos terão que passar pelo detector de metais, inclusive nos banheiros, para evitar o uso do celular.

“O edital é muito claro, qualquer fraude anula a prova a qualquer tempo. Então mesmo, que o candidato faça a prova, se identificarmos qualquer fraude, ela será anulada, além das medidas penais que a legislação prevê”, disse o ministro.

Assim como no exame de 2014, este ano, os esquemas de segurança e operacionalização do Enem serão coordenados no Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra Segundo o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, em Brasília. É o mesmo centro que foi usado na Copa do Mundo e que está interligado aos centros de controle e inteligência dos estados.

*Com reportagem de Andreia Verdélio, da agência de notícias Reuters


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