Polycom acena com alta tecnologia em videoconferência também às SMBs

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A empresa reconhecidamente atuante no mercado enterprise inclui no modelo de negócios para sua alta tecnologia de videoconferência também as pequenas empresas (SMBs), que sempre viram essa possibilidade um tanto distante do orçamento. A Polycom traz no cardápio soluções para esse nicho variando entre US$ 3 mil e US$ 4 mil.

Assim, a tecnologia quebra o paradigma de que videoconferência é apenas para empresas de grande porte. Mas, com a evolução, quebra mais um outro de que o recurso é usado apenas para ampliar a produtividade e reduzir custos com o deslocamento de executivos para a participação em reuniões corporativas.

“Isso porque o pulo do gato está em agregar valor ao negócio. Até mesmo um ponto home office pode ganhar proporções e crescer com o recurso”, diz Pierre Rodriguez, vice-presidente da Polycom CALA.

Nas grandes empresas, em que a companhia tem forte atuação, ele acredita que a evolução da tecnologia em qualidade de imagem e som, com possibilidade de construção de salas do futuro – que proporcionam quase que fielmente uma reunião presencial com executivos espalhados pelo planeta – pode desenhar uma infinidade de aplicações corporativas, capazes de transformar negócios.

“A aproximação com clientes ou a realização de trabalhos colaborativos tornam-se simples com a tecnologia e isso vai muito além da redução de custos”, reitera Rodriguez, acrescentando que alguns grandes bancos no Brasil já estão usando o recurso para approach com clientes especiais e criar diferencial.

“Infelizmente, a tecnologia de vídeo ainda é pouco explorada nesse sentido. Menos de 10% das empresas no Brasil têm solução de vídeo hoje. Isso significa também que há grande mercado a ser explorado”, diz.

Até porque, prossegue Rodriguez, na era digital, com o mundo conectado e móvel, a videoconferência saltou para a palma da mão, e pode acontecer em qualquer lugar. Participar de uma reunião ou agregar valor ao negócio com a inserção de um vídeo, seja como apoio a vendas pela internet, ou a decisões, ganhou amplitude e flexibilidade.

Questionado sobre a possível concorrência com Skype for business ou WhatsApp, o executivo os avalia como verdadeiras “esteiras” para a promoção das aplicações de videoconferência da Polycom no mundo corporativo. “Eles ajudaram a popularizar o uso do vídeo. Hoje, é natural usar o recurso para a comunicação, não mais intimida os usuários, já faz parte dos hábitos. A Polycom entra justo para cobrir as necessidades de negócios com mais técnica, recursos e qualidade, exigidos pelo próprio ambiente corporativo”, diz.

Além disso, a solução Polycom pode integrar-se com o Skype for business e ao MS Office. “Nosso software não está na nuvem, ele está on premise. Mas se o usuário quiser o layout Polycom, na nuvem, pode baixá-lo gratuitamente, assim como os outros”, completa.

Hoje, na avaliação do VP da Polycom, as soluções de videoconferência são desenvolvidas para o usuário. Para atender às expectativas dele no seu negócio. Ao contrário do que acontecia anteriormente que eram endereçadas ao time de TI. “Em conversa com clientes, descobrimos uma série de necessidades que pode ser facilmente suprida com o uso de videoconferência. Há uma infinidade de aplicações que ainda iremos conhecer por meio dos próprios clientes.”

A solução conta com softwares, capazes de agregar uma gama de recursos como eliminar ruídos, possibilitar a atuação de câmeras que se movimentam por reconhecimento facial, criar silos de áudio, eliminando conversas de outros grupos presentes no mesmo espaço, entre outros.

Enquanto a tecnologia continua a evoluir e ganha cada vez mais contornos de “valor agregado” e de habilitador de diferenciais de negócio, Rodriguez prefere não arriscar estimativas para 2016, considerando o atual cenário do mercado brasileiro, permeado por incertezas e grandes expectativas de mudanças, que ninguém arrisca dizer se serão boas ou ruins.

“Mesmo a alta do dólar já propiciou movimentação para redesenho de propostas de clientes, entre outras ações cuidadosas impulsionadas também pelo quadro macroeconômico. Mas estamos confiantes, pois estamos há mais de 20 anos nesse mercado, passamos por diferentes quadros delicados, portanto, donos de uma gestão financeira eficiente”, finaliza.


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