NCR não é só uma empresa de hardware, agora também de software, anuncia diretor-geral no Brasil

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A companhia de tecnologia de transações de consumo está empenhada em migrar de um mercado de hardware avaliado globalmente em US$ 20 bilhões para o que engloba softwares corporativos, serviços gerenciados e gerenciamento financeiro, estimado em US$ 88 bilhões mundialmente. É o que anuncia Marcelo Zuccas, VP de Vendas para o mercado financeiro na América Latina e caribe e diretor-geral da NCR no Brasil.

“Mas isso não quer dizer que estamos abandonando nossos esforços em hardware. Ao contrário, iremos oferecer hardware de maneira diferenciada, ATMs mais sofisticado, com o valor agregado de softwares que irão tornar nossas soluções mais completas e alinhadas às atuais exigências das empresas”, destaca Zuccas.

A NCR dá sinais de que com a “transformação” anunciada irá afiar as garras em varejo [com o NCR Retail One] e no mercado de food service [com o NCR Colibri], com esforços no desenvolvimento e atualização de soluções para modernizar esses segmentos.

Sem abandonar empenho, claro, no setor financeiro com tecnologias para gerenciar bancos, em que conquistou posição de destaque. Este que, na avaliação de Zuccas, ruma para para o autoatendimento, com sofisticação de soluções, integrando hardware e software para promover o máximo de facilidade e agilidade. Esse será o pulo do gato para o próximo ano.

O objetivo da companhia é acenar cada vez mais, por meio de soluções, com a bandeira da facilidade de uso e promoção da eficiência e da agilidade. “Dessa forma, podemos gerar economia de tempo, agilizar processos e proporcionar satisfação aos usuários dos serviços”, diz Zuccas, que comanda no País a companhia que dobrou recentemente sua participação do mercado de ATMs e conta com 15% do parque instalado em solo nacional.


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