Violação de dados compromete fidelidade de clientes

Segurança
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Esse é um dos resultados do estudo global da Gemalto, conduzido pela pesquisadora Vanson Bourne, que abordou 5.750 consumidores em seis países, incluindo o Brasil, durante outubro e novembro de 2015. Para se qualificarem para o levantamento, os consumidores tinham de usar ativamente serviços bancários online/móveis, contas de mídias sociais ou contas de varejo online.

Quase dois terços (64%) dos consumidores entrevistados em todo o mundo [EUA, Reino Unido, Austrália, Japão, França e Alemanha] dizem que provavelmente não comprariam, ou fariam negócios novamente, com uma empresa na qual vivenciaram uma violação onde informações financeiras foram roubadas.

O estudo “Confiança quebrada: Esta é uma época para ser cauteloso”, da Gemalto, empresa de segurança digital, revelou ainda que cerca de metade (49%) dos respondentes tinha a mesma opinião, quando se tratava de violações de dados em que informações pessoais foram roubadas.

Apenas um quarto (25%) dos entrevistados sente que as empresas levam muito a sério a proteção e a segurança dos dados do cliente. O número de entrevistados que responsabilizam a empresa por proteger os dados do cliente (69%) é duas vezes maior em relação aos que acreditam que seja responsabilidade do cliente (31%). Entre os empregados entrevistados, apenas cerca de dois quintos (38%) sentem que seu empregador leva a proteção e a segurança de dados do funcionário muito a sério.

De acordo com a empresa, os resultados da pesquisa são reveladores, enquanto mais consumidores se apressam para realizar as compras durante o período das festas de fim de ano.

Seis em cada dez pesquisados (59%) acreditam que as ameaças à segurança de suas informações pessoais aumentam durante a época das festas e dois em cada dez (18%) acreditam que são suscetíveis a serem vítimas de violação durante esse período.

Cerca de um quarto (23%) dos entrevistados vítimas de violação de dados tomou ou consideraria tomar medidas legais contra a empresa violada envolvida na exposição de suas informações pessoais. Quase metade (49%) dos entrevistados disse que tomaria ou consideraria tomar medidas legais contra qualquer das partes envolvidas em expor suas informações pessoais.


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