Ministério das Comunicações quer expandir inclusão digital no Brasil

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O ministro das Comunicações André Figueiredo reitera a importância de promover a expansão da inclusão digital no País. Programas Cidades Digitais e Telecentros serão intensificados a partir de parcerias para acelerar o processo.

Para Figueiredo, é vital a agregação dos mais de 30 mil telecentros existentes, a partir do cadastro em uma plataforma digital. Essas interligações vão possibilitar o compartilhamento de recursos e de conhecimento.

A ideia é utilizar o ensino a distância nesses espaços, com equipes de apoio compostas por educadores sociodigitais, custeadas com bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Iniciativas de variados escopos e conceitos somam-se às estratégias de inclusão digital.  Em 2016, o Ministério das Comunicações (MC) vai contar com, pelo menos, dez Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) em funcionamento por todo o País. Por meio de convênios, o MC apoia espaços que atuam na formação de jovens em oficinas de tecnologia da informação e na revitalização de máquinas.

Após a conclusão da chamada pública encerrada no ano passado, sete entidades assinaram convênio para operarem CRCs. O edital prevê o investimento total de até R$ 8,14 milhões em até dois anos. Outras três entidades, que já operavam unidades, tiveram as parcerias estendidas até o final deste ano (2016).

Os CRCs recebem equipamentos de informática que não funcionam doados pela sociedade, por empresas e órgãos públicos e recondicionam essas máquinas, que são retornadas a escolas, bibliotecas, telecentros e pontos de Inclusão Digital.

O Cidades Digitais também é um dos dínamos da inclusão digital. No final do ano passado, promoveu a expansão da internet para as comunidades do município de Jaguaruana, interior do Ceará. O programa na região já contempla a interligação da rede nas secretarias, unidades de saúde e vários órgãos públicos.

“É prioridade do Ministério das Comunicações levar conexão de qualidade para os brasileiros. Com isso, os cidadãos poderão ter acesso, de forma igualitária, a essa tecnologia que moderniza e integra o País”, ressaltou Figueiredo, acrescentando que a expansão da rede no programa de democratização da banda larga integra provedores regionais, que já somam mais de 5 mil no País e são diferenciais fundamentais para o desenvolvendo do mercado nacional.

*Com informações do Ministério das Comunicações


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