Vants vão gerar oportunidades de negócios em 2016

EmpresasInovaçãoNegócios
0 0 Sem Comentários

A Santos Lab, fornecedora de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), acredita em boas perspectivas de expansão da tecnologia, também conhecida como drones em 2016. Isso porque com a regulamentação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o setor de drones deve abrir novas oportunidades de negócios.

“As empresas brasileiras do setor têm capacidade para concorrer em pé de igualdade com as de outros países. Nas últimas décadas, devolvemos tecnologias, que agora começam a ser aplicadas em vários setores”, afirma Gabriel Klabin, presidente da Santos Lab Klabin.

O executivo aponta a seguir cinco das principais tendências dos drones para 2016:

  1. Crescimento do mercado: cada vez mais, pessoas e empresas vão utilizar os drones para as mais diversas atividades. Algumas delas, inclusive, poderão surgir com novas aplicações dessas ferramentas.
  2. Novas profissões no horizonte: o piloto de drones, com certeza, é uma das novas profissões que deverão se firmar com o crescimento desse mercado. No futuro, poderá ter regulamentação própria e já existem cursos livres para a formação desses profissionais. Esses cursos deverão ser ampliados ainda mais.
  3. Novas tecnologias: os cursos de engenharia e as empresas produtoras de Vants deverão oferecer novas tecnologias, aplicadas nas mais diversas aéreas, para embarque nos drones. Elas facilitarão o trabalho de equipes, que terão riscos reduzidos em atividades perigosas.
  4. Aplicações na agricultura: com uma economia fortemente influenciada pelo setor agrícola, o mercado brasileiro de Vants também deve responder a essa tendência com a ampliação desses equipamentos no campo. Os drones podem trazer soluções mais eficazes do que, por exemplo, o uso de imagens de satélites ou fotometria aérea. A criação de softwares para diagnóstico de pragas e perdas nas culturas rurais deve ser outra tendência do setor em 2016.
  5. Cursos específicos: o interesse pelos drones também deve crescer nas universidades do país. Com isso, disciplinas específicas em cursos de Engenharia, por exemplo, poderão surgir com a ampliação desse mercado, não apenas na produção de aeronaves, mas também na tecnologia embarcada.