20% das empresas já sofreram ataque DDoS, diz estudo

Segurança
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Um estudo realizado pela Kaspersky Lab, em colaboração com a B2B Internacional, revelou que uma em cada cinco empresas com mais de 50 empregados (20%) já sofreu um ataque de Denegação de Serviço (DDoS). Um pouco menos de metade das empresas afetadas afirma que o ataque se dirigia aos seus websites públicos, enquanto um pouco mais de um terço destas empresas conta que os ataques tinham sobretudo como alvo os portais de clientes e credenciais de acesso (38%) ou os serviços de comunicações (37%). Um quarto das empresas inquiridas reportou que um ataque DDoS afetou também os seus sistemas de transações financeiras.

Algumas das empresas reconheceram ainda que um ataque DDoS havia afetado os seus serviços web internos: 25% confirmam que os seus servidores de ficheiros foram afetados e 15% mencionou os sistemas operativos. Outros 15% disseram que o ataque DDoS teve um impacto negativo na conetividade geral da rede ISP.

O inquérito mostra que o setor das telecomunicações foi o mais sensível aos efeitos internos de um ataque DDoS (24%), seguido do setor financeiro (22%). As empresas do setor de mídia e entretenimento (11%) foram também um alvo, bem como as imobiliárias (10%) e prestadores de serviços profissionais (9%).

“É importante levar a sério dos ataques DDoS. É um ciberataque relativamente fácil de perpetrar mas o efeito sobre a continuidade do negócio pode ser de longo alcance. O nosso estudo concluiu que, além do tempo de inatividade do website e dos danos na reputação e no nível de satisfação dos clientes, os ataques DDoS também podem penetrar profundamente nos sistemas internos da empresa. E não importa o quão pequena é a sua dimensão, ou se tem ou não tem um website: se está online, é um alvo potencial. Os sistemas operativos não protegidos são tão vulneráveis a um ataque DDoS como o website externo e qualquer interrupção pode deter um negócio”, afirma Alfonso Ramírez, diretor-geral da Kaspersky Lab Iberia.

Este estudo foi realizado através de um inquérito mundial, em 2015, junto de 5.500 empresas em 26 países de todo o mundo.


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