Brasil ocupa 1º lugar dentre os países latino-americanos mais atacados por ransomware

Segurança
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Segundo pesquisa de 2015 sobre a segurança da informação nas empresas realizada pela Kaspersky Lab – em conjunto com a B2B International com mais de 5.500 especialistas em TI, de 26 países do mundo –, apenas 34% das empresas brasileiras (48% globalmente) reconhecem a séria ameaça que o cryptomalware, também conhecido como ransomware, representa.

Esse ataque continua afetando gravemente as empresas. Até o momento, estima-se que apenas o ransomware Cryptolocker tenha infectado mais 234 mil computadores ao redor do mundo.

O cenário global de ciberameaças continua se expandindo e os criminosos virtuais descobriram que a criptografia mal-intencionada de dados, seguida da exigência de um resgate, pode ser muito lucrativa. Várias empresas admitem que pagam esse tipo de resgate com frequência.

As empresas são um alvo tentador para esses ataques. Independente se é uma empresa pequena ou uma grande corporação, se não houver uma segurança implementada para bloqueá-lo, o ransomware descobrirá uma maneira de invadí-la.

Da mesma forma que outros tipos de malware, ele entra na rede por meio de e-mails, anexos maliciosos ou links para um site comprometido que funcionários ingênuos abrem, baixam ou clicam. Nenhum sinal adverte os usuários de que foram infectados, até que recebam o pedido de resgate.

Segundo a pesquisa, em relação à América Latina, os países mais afetados pelos ransomware são: Brasil, Costa Rica, Chile, Argentina e Colômbia.

Somente uma solução de segurança confiável em vários níveis é capaz de deter o ransomware. Além disso, é importante destacar que é necessário ter um sistema operacional original e atualizado. De acordo com o relatório, metade dos software usados no Brasil é ilegal.


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