Internexa anuncia primeira estrutura de colocation no Brasil

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A Internexa, multinacional de TI e telecom, anuncia ​​sua primeira estrutura de colocation de equipamento para conteúdos e telecomunicações no Brasil. Passa a oferecer no modelo de aluguel toda a infraestrutura de data center necessária para a instalação do servidor de clientes.

A iniciativa promoveu a expansão da estrutura física da companhia, passando a atuar também em um andar no edifício Teleporto, no Rio de Janeiro. No local, também funcionará uma nova Sala de Monitoramento, o primeiro da empresa fora da sua sede, que servirá como apoio à base central na Colômbia.

“A inauguração da nossa primeira estrutura de colocation no Brasil, está alinhada com a estratégia de integrar conectividade nacional e internacional com a disponibilidade de conteúdo com alta performance”, diz Genaro Garcia, CEO Global da Internexa.

No Brasil, de acordo com a empresa, a Internexa será uma das poucas companhias a disponibilizar essa infraestrutura funcionando de forma redundante, garantindo assim o apoio e o acompanhamento regional da sua rede.

A infraestrutura conta com mais de 820 metros quadrados destinados à área de data center e Centro de Controle. O complexo é composto de racks seguros para conteúdo de vídeo (OTTs), empresas de telecomunicações (telcos) e serviços em geral, três níveis de controle de acesso às instalações e sistemas de refrigeração que comporta a capacidade instalada.

O ambiente terá ainda sistemas redundantes de energia, para garantir a continuidade dos serviços. “Com a inauguração da estrutura de colocation, passamos a oferecer as melhores condições existentes nos quesitos infraestrutura, tecnologia e segurança, possibilitando atendimento 7x24x365 ao cliente”, afirma Paulo Mello, diretor-geral de Operações da Internexa no Brasil.

A companhia vem apostando no desenvolvimento do Brasil desde o início de suas operações no país, há 5 anos. Recentemente, adquiriu uma empresa com 2.700 KM de fibras ópticas no Estado do Rio de Janeiro e interligou por terra Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, onde se concentram as principais demandas dos operadores do País.


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