M-commerce sobe 47% em 2015

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Essas são algumas das conclusões da 33ª edição do estudo Webshoppers, pesquisa anual que traça o perfil do comércio eletrônico no País, realizada pela E-bit com apoio da camara-e.net e outras entidades e associações. O levantamento mostra que lojas virtuais que não adaptarem seus sites, melhorando a experiência de compra do consumidor móvel, podem ficar para trás.

Em 2015, apurou a pesquisa, o comércio eletrônico no País faturou R$ 41,3 bilhões em 2015, um aumento nominal de 15,3% sobre 2014. Com esse resultado, passou a representar 3,3% do varejo tradicional. A participação do m-commerce foi de 14,3% – um aumento de 47% sobre 2014 (9,7%). O tempo de acesso móvel também subiu, com 35% do acesso a lojas virtuais feito via smartphones ou tablets.

Os números indicam que essa modalidade de compra ganha cada vez mais espaço na preferência do consumidor, principalmente daqueles que realizam compras pela primeira vez. De acordo com o estudo, 22% dos novos consumidores fizeram suas compras por dispositivos móveis.

No entanto, 88% dos e-consumidores ainda preferem efetivar a compra pelo desktop, usando os aparelhos móveis mais para pesquisar o produto desejado nas lojas online (preços, características técnicas e reputação da loja). E um dos motivos é que grande parte das lojas ainda não têm sites responsivos, que funcionem bem em qualquer tamanho de tela.

“As empresas precisam criar ou adaptar seus sites para atender às necessidades desse público crescente, que quer passear entre os mundos on-line e off-line com a mesma facilidade que entra e sai de uma loja tradicional”, diz Ludovino Lopes, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) – entidade brasileira multissetorial com forte presença no mundo digital.


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