Conteúdo malicioso em e-mails cresce 250% em relação a 2014, aponta estudo

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A Forcepoint, empresa de segurança da informação, divulga Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016. Ele detalha algumas das mais recentes ameaças em evolução e identificadas a partir de mais de 3 bilhões de pontos de dados por dia, em 155 países no mundo.

O documento analisa o impacto de uma nova marca de campanha realizada por um botnet batizado de “Jaku” pela Forcepoint. Esse botnet foi descoberto como resultado de um trabalho de seis meses da equipe de Investigações Especiais (SI) da Forcepoint.

Outro ponto identificado no estudo é uma nova onda oportunista de ransomware, ferramentas antimalware e problemas causados pela constante dissolução de perímetros. São ameaças que estão criando grandes desafios aos profissionais de cibersegurança e às organizações que pretendem proteger.

Foi observado ainda crescimento das violações de dados corporativos por meios maliciosos e não intencionais.        Controles de segurança inconsistentes entre provedores de nuvem e empresas, que complicam o processo de proteção dos dados.

Além disso, também a convergência contínua dos vetores de ataques via email e Web, com nove em cada dez emails indesejados sendo enviados contendo uma ou mais URLs e milhões de macros maliciosas.

“A rápida evolução do ambiente de ameaças virtuais tem consequências mais amplas que apenas técnicas, operacionais ou financeiras – podendo impactar todas as áreas dos negócios”, disse Dr. Richard Ford, Cientista Chefe da Forcepoint.

Ele acrescenta que com esse Relatório, a empresa quer desmitificar as ameaças e oferecer ferramentas, recomendações e conhecimento para que companhias continuem operando e avancem sem medo.

O Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016 apresenta várias tendências técnicas e comportamentais, bem como orientações sobre as ameaças atuais de mais impacto para auxiliar os profissionais de segurança no planejamento de estratégias de ciberdefesa.

Destaques do relatório:

  • O conteúdo malicioso em emails aumentou 250% em relação a 2014, crescimento impulsionado principalmente pela incidência de malware e ransomware.
  • Os EUA hospedam mais sites de phishing que todos os outros países juntos.
  • O ransomware está focando em países, economias e setores em que as probalidades de pagamento de altos resgates são maiores.
  • Funcionários, operando de maneira maliciosa ou acidental, representam a maior ameaça para a segurança corporativa, mas essa é a área onde as companhias se sentem menos preparadas.
  • Técnicas avançadas de evasão estão ganhando força e, ao lado de múltiplos métodos como fragmentação de IPs e segmentação TCP, estão criando novos caminhos para contornar os controles de acesso, atacar watering holes e mascarar tráfego.

Os dados do Relatório Global de Ameaças Forcepoint para 2016 foram coletados e avaliados por meio da inteligência via Threatseeker Intelligence Cloud, que trabalha 24x7x365 para detectar e fornecer visibilidade das ameaças mais recentes.


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