Setor de saúde frustra expectativas de consumidores em experiência digital

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A área de assistência à saúde está ficando para trás em comparação a outros setores quando se trata de colocar o cliente em primeiro lugar. É o que mostra o novo relatório da Adobe Digital Insights (ADI). O levantamento ouviu mil consumidores norte-americanos para analisar a forma como os consumidores estão respondendo às ferramentas online a sua disposição para administrar suas necessidades da área de saúde e de fitness.

Muitas pessoas que já usam seus smartphones para tarefas relacionadas à saúde querem migrar suas experiências exclusivamente para o smartphone. Essa é a vontade de 63% das pessoas que usam o mobile para rastreamento de seus objetivos esportivos e de 61% que acompanham metas de perda de peso, por exemplo.

Ao mesmo tempo, 36% disseram que não têm certeza se seu convênio médico sequer oferece um aplicativo. A população americana mais jovem é mais inclinada a usar aplicativos para autodiagnostico. Esse é o caso 59% dos entrevistados entre 25 e 34 anos.

Quando comparados com varejo, viagem e instituições financeiras, os Provedores de Saúde e Seguradoras são indústrias que pouco usam informações dos clientes e oferecem ferramentas para melhorar a experiência do consumidor.

Foram contabilizadas 34 bilhões de visitas a sites e aplicativos do setor da saúde ao longo de 2015. Mas comparativamente, a proporção do tráfego móvel em sites de convênios de saúde é 24% menor do que o tráfego em computadores, o que é significativo.

Mas o quadro é um pouco diferente quando são analisados os sites de informações sobre assistência à saúde, que são usados ​​para procurar condições médicas e fazer um autodiagnostico. Esses sites têm uma proporção de tráfego móvel 6% menor do que em computadores, uma diferença muito menor.

Os consumidores que se autoidentificam como digitalmente mais ativos estão duas vezes mais propensos a dizer que a qualidade da assistência à saúde melhorou, do que aqueles que não se consideram digitalmente ativos.

Os convênios médicos que não inovam por meio de canais digitais correm o risco de perder sua participação no mercado para os concorrentes e perdendo a oportunidade de proporcionar uma melhor experiência de assistência à saúde para os pacientes.

Para acessar o estudo completo, clique aqui.


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