Mercado brasileiro de tablets encolhe 32% no trimestre: 860 mil unidades vendidas

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Volume, que inclui a venda de notebooks 2 em 1, é 3% maior que o total de tablets comercializados nos primeiros três meses do ano, mas 32% menor que há um ano. Tablets perderam espaço para smartphones de tela grande.

O mercado brasileiro de tablets comercializou entre os meses de abril e junho um total de 860 mil equipamentos. O volume inclui a venda de notebooks 2 em 1 e foi 3% superior ao total de tablets vendidos no Brasil nos primeiros três meses de 2016. Em relação ao segundo semestre de 2015, contudo, as vendas recuaram 32%, em parte por conta da perda de espaço dos tablets para smartphones de telas grandes. O ticket médio, por sua vez, aumentou de R$ 428 em 2015 para R$ 443 este ano, impactado pela desvalorização do real. Os dados são do estudo IDC Brazil Tablets Tracker.

De acordo com o analista de mercado da IDC, Wellington La Falce, a expectativa é de que o mercado continue apresentando taxas elevadas de crescimento nos próximos trimestres, “principalmente por conta do Dia das Crianças (12 de outubro) e do Natal”. “O público infantil é o foco dos fabricantes que apostam em modelos cada vez mais personalizados para uma faixa etária que ainda não utiliza o celular. Além disso, a Black Friday também deve vir com bons preços e promoções”, avalia La Falce.

A estimativa da IDC é de que sejam comercializados cerca de 4 milhões de tablets em 2016, 30% a menos do que em 2015. E a queda não pára em 2017 – a expectativa é de que a categoria atinja 3,6 milhões de produtos vendidos.


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