DML muda de nome e cria segundo fundo de private equity de R$ 250 milhões

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Empresa, cujo primeiro fundo de R$ 175 milhões concluiu seus investimentos em empresas de Business-to-Business (B2B) como Zenvia e Cipher, agora passa a se chamar Oria.

Após concluir os investimentos de R$ 175 milhões de primeiro fundo de investimentos para empresas de Business-to-Business (B2B), a DML Private Equity anunciou uma nova marca : agora passa a se chamar Orion.

A empresa também anunciou a criação de um segundo fundo, de R$ 250 milhões. A ideia é que esse montante seja aportado em até oito empresas nos próximos três anos. Parte dos recursos virão da Segunda Chamada Multissetorial do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de investidores individuais do mercado de TI que já participaram do primeiro fundo. O foco são empresas com modelos de negócios digitais já comprovados, em média com receita anual de R$ 30 milhões a 60 milhões, que possuam empresas como clientes (B2B) e que promovam a inovação dentro de cerca de vinte diferentes teses de investimento proprietárias do time da Oria, como Big Data, Internet das Coisas (IoT), FinTech e TI para Saúde, por exemplo.

“Buscamos empresas já estabelecidas e bem posicionadas em seus mercados, com tecnologias operando principalmente no modelo SaaS (do inglês, Software as a Service) que resolvam o processo de negócios de alguma cadeia de valor e, por fim, ajudem pessoas no dia a dia de suas atividades. E, o mais importante, com um time que tenha visão, capacidade de execução e ambição em crescer”, destaca, Piero Rosatelli, sócio da Oria. De acordo com o executivo, as empresas do portfólio da companhia têm crescimento médio de 36% ao ano nos últimos dois anos.

A Oria trabalha com o conceito de multiplicar o conhecimento e a capacidade de crescimento de empresas inovadoras a partir de uma gestão especialista, com uma equipe que vem do setor de tecnologia e não apenas do mercado financeiro.

O primeiro fundo teve aportes em empresas como Zenvia e Cipher e realizou também a primeira saída de um investimento com a venda da Chaordic Systems para Linx S.A.


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