Fintechs dão impulso na UL do Brasil

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A chegada das fintechs, novas empresas com serviços inovadores que impactam diretamente o mercado financeiro tradicional, está impulsionando o crescimento da UL do Brasil. A entidade e conhecida pela oferta de serviços de ensaios, avaliação de conformidade, certificações de produtos da indústria e de TICs.

Credenciada INMETRO e com forte atuação no mercado de segurança de serviços para mercado financeiro e varejo, a UL do Brasil está registrando um forte crescimento de sua operação com a chegada das fintechs.

Como essas novas empresas têm acesso aos dados dos clientes bancários para entregar seus serviços, os bancos estão sendo levados a investir em novos serviços aos clientes. Também estão planejando seu backoffice para suportar a carga de serviços das novas startups e manter a segurança elevada dos dados e confidencialidade das informações de seu cliente. Ele é, em última instância, o real dono dos dados que transitam nestas novas operações financeiras.

Para atender a esta demanda, a UL do Brasil está ampliando sua equipe local e a oferta de serviços que permitem aos bancos entender este novo cenário, preparando-os para tendências como APIs abertas, carteiras digitais, tokenização, blockchain, entre outros.

“As fintechs oferecem novos modelos de pagamento, compras online e mobile e levaram os bancos a reorganizarem seu backoffice com foco na manutenção da proteção dos dados do cliente, com mecanismos de autenticação de acesso para que estes novos serviços possam ser entregues”, explica Marcos Nunes, managing director MSC da UL do Brasil. “Como estes dados estão no banco, é necessário investir em soluções de gestão e validação dos dados do cliente. É neste novo mercado que entramos a partir deste novo cenário”, afirma.

Para o executivo, o novo cenário posto pelas novas startups coloca em xeque a relevância dos tradicionais agentes financeiros no Brasil e no mundo. “Já são 1.500 novas empresas inovadoras que se apoiam na tecnologia e mobilidade para romper com os antigos paradigmas, questionando a relevância dos tradicionais players bancários e de meios de pagamento, diante de uma nova realidade irruptiva”, ressalta.

“O usuário deseja novos serviços, fáceis de serem adquiridos, com preços mais acessíveis, a qualquer momento e sem ter que pedir autorização para quaisquer instituições tradicionais”, enfatiza Nunes. Os bancos estão se movimentando para acompanhar esta evolução.


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