Resource IT inicia operação no México e prepara entrada na Europa

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Com presença já no Chile, na Colômbia e nos Estado Unidos, empresa brasileira de serviços de TI também inaugura seu terceiro escritório norte-americano, dessa vez no estado do Texas. Próximo passo será a entrada no mercado peruano, planejada para 2017, e, posteriormente, no mercado europeu.

A provedora brasileira de serviços de TI Resource IT deu mais um passo hoje em sua expansão internacional e dá início a sua operação no México. É o terceiro escritório da empresa na América Latina, já que a empresa operava com escritórios locais no Chile e na Colômbia.

Mas a expansão não se restringe ao mercado latino-americano. A brasileira, que desde 2000 atua nos Estados Unidos, agora abre seu terceiro escritório no país norte-americano, dessa vez no Texas, a segunda maior economia dos EUA, com um PIB equivalente ao da Espanha. O primeiro escritório fora inaugurado ainda em 2000, em Miami, Florida, e em 2014 a Resource IT inaugurou uma unidade de pesquisa e inovação em Sunnyvale, no Vale do Silício (Califórnia).

O objetivo, como explica Giilmar Batistela, CEP Global da empresa, é impulsionar a presença da Resource IT nos maiores mercados da América do Norte, “o que proporciona aos nossos clientes que são, na grande maioria, empresas globais, um atendimento personalizado, de alto valor agregado”.

No México, como a segunda maior economia da América Latina, atrás do Brasil, a empresa projeta crescimento com foco na transformação digital. Estudo da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IDC estima investimentos em TI da ordem de US$ 26,6 bilhões em 2016.

Agora o objetivo da Resource IT é abrir também um escritório no Peru em 2017 e preparar as bases para sua expansão para o mercado europeu. “Aproveitamos o momento de crise econômica no Brasil para nos estruturarmos, refazer nossas ofertas e desenvolver soluções muito mais aderentes e inovadoras, que podem ser comercializadas em escala e por segmentos de indústria”, explica Batistela. Ao mesmo tempo, o executivo vê sinais de aquecimento no mercado brasileiro: “Entendemos que a pior parte já passou e estamos prontos para acelerar e crescer”, pontua.


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